sicnot

Perfil

País

Criança morre após tocar em poste de iluminação em Odivelas

Uma criança de 3 anos morreu nas festas de Odivelas, ao início da madrugada, depois de se sentir mal ao tocar num poste de iluminação. A junta de freguesia já manifestou o seu pesar pela morte e garante colaborar com as autoridades para apurar o que aconteceu.

Sapo Mapas

Segundo fonte da PSP, a criança de 3 anos morreu esta madrugada depois de ter tocado num poste de iluminação, um dos que foram colocados para iluminar o recinto das festas.

A criança foi assistida no local pelos bombeiros e foi transportado para o Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, mas não sobreviveu. A polícia desconhece as causas da morte, sabendo apenas que a criança, que estava acompanhada pelo pai, teve convulsões depois de ter tocado no poste e caiu inanimada.

"À família e amigos do pequeno João Martins, neste momento de dor, expressamos as nossas mais sentidas condolências", diz o presidente da junta de freguesia num comunicado.

Nuno Gaudêncio reafirmou à agência Lusa "o seu profundo pesar" pelo ocorrido após as Festas da Cidade de Odivelas e disse que a Junta de Freguesia "em estreita colaboração com as autoridades competentes, encetou todas as diligências necessárias com vista ao apuramento dos fatos".

O autarca, que se deslocou ao local acompanhado de técnicos especializados, assegurou que "não há passagem de corrente no poste".

Fonte da EDP disse à agência Lusa que a empresa não é responsável pela coluna de iluminação em causa, que foi colocada pela organização das festas.

"Os nossos técnicos foram ao local e verificaram que o equipamento não é da nossa responsabilidade", disse a mesma fonte acrescentando que a EDP apenas forneceu energia elétrica, a pedido dos organizadores das festas, através de um ponto de ligação, com um contador.

O presidente da Junta confirmou que a instalação elétrica no recinto de festas foi acompanhada, como é de lei, por um técnico credenciado.

A ocorrência deu-se já depois do final das festas, cerca da 01:00.

Com Lusa

  • Pedrógão e o Governo das culpas dos outros

    Opinião

    Depois das revelações do ‘Expresso’ e do ‘i’, o primeiro-ministro e os ministros saíram à rua com uma estratégia muito bem definida: desmentir a existência de listas secretas e centrar as atenções no Ministério Público. Ao mesmo tempo, nas redes sociais, está em curso (mais) uma campanha contra os jornalistas. Os anónimos, com cartão de militante, que escrevem nessas páginas acusam os jornais das “mais rebuscadas teorias da conspiração”. Nada de novo portanto.

    Bernardo Ferrão

  • "A verdadeira questão são as imagens com que abrimos o Jornal, é um país que está a arder"
    2:52

    Opinião

    A polémica em torno do número de vítimas da tragédia de Pedrógão Grande esteve em análise no Jornal da Noite. Miguel Sousa Tavares diz não compreender "que se faça disto uma questão política" e reitera que o foco deve centrar-se nas imagens de "um país que está a arder". O comentador SIC afirma ainda que "64 mortos num incêndio é um escândalo, um número absurdo".

    Miguel Sousa Tavares

  • "Hoje vi chover lume"
    3:57
  • Quase mil bombeiros combatem chamas na Sertã
    1:37

    País

    O incêndio que deflagrou no domingo, na Sertã, concelho de Castelo Branco, ainda não foi extinto. Perto de mil homens combatem as chamas no terreno, apoiados por 10 meios aéreos. O fogo tem frentes em Mação e Proença-a-Nova.

  • Proteção Civil acusada de gestão errática no incêndio de Mação
    1:26

    País

    O comandante dos Bombeiros de Constância e o vice-Presidente da Liga dos Bombeiros acusam a Proteção Civil de desviar meios do fogo de Mação, em Santarém, que eram essenciais para travar o incêndio. As chamas desceram da Sertã e acabaram por queimar uma casa de habitação.

  • Milhares de clientes da CGD vão pagar quase 5€/ mês por comissões de conta
    1:24
  • O apelo da adolescente arrependida de ir lutar pelo Daesh

    Daesh

    Uma adolescente alemã que desapareceu da casa dos pais, no estado da Saxónia, esteve entre os vários militantes do Daesh detidos este fim de semana na cidade iraquiana de Mossul. Arrependida do rumo que deu à sua vida, deixou um apelo emocionado em que expressa, repetidamente, a vontade de "fugir" e voltar para casa.

    SIC

  • Bebé Charlie Grad já não vai receber tratamento nos EUA

    Mundo

    A mãe de Charlie Grad disse esta segunda-feira que o bebé poderia ter vivido uma vida normal, caso tivesse começado a receber tratamento cedo. Já o pai admitiu que o filho não iria viver até ao primeiro aniversário. O bebé foi diagnosticado com uma doença rara e um hospital em Inglaterra pediu permissão para desligar a ventilação artificial e fornecer-lhe cuidados paliativos. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou e, até hoje, os pais travaram uma batalha na Justiça para suspender a decisão na esperança de irem tratar o filho nos Estados Unidos da América.