sicnot

Perfil

País

Arrancam hoje as candidaturas ao ensino superior

A 1.ª fase de acesso ao ensino superior arranca hoje com 50.555 vagas disponíveis para 1.048 cursos em universidades e politécnicos públicos, iniciando-se a entrega de candidaturas através do portal da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES).

ASSOCIATED PRESS

O processo de candidaturas que hoje arranca decorre até 7 de agosto, e os resultados do concurso vão ser divulgados um mês depois, a 07 de setembro, no portal da DGES.

De acordo com os dados disponibilizados pela DGES, há este ano menos 265 vagas no ensino superior público na 1.ª fase do concurso nacional de acesso, face às 50.820 de 2014, uma redução em termos percentuais inferior a 1%.

O número de vagas para aceder aos cursos superiores públicos está em queda desde 2012, depois de em 2011 se ter atingido um pico de oferta com 53.500 vagas levadas a concurso.

A quebra no número de vagas tem sido acompanhada pela quebra no número de candidatos, uma tendência que apenas mostrou sinais de inversão no ano passado, o primeiro desde 2008 a registar um aumento nas candidaturas, com 42.455 estudantes a tentar aceder ao ensino superior na 1.ª fase.

Em 2015, 28.242 vagas (56%) são para cursos nas universidades e 22.313 (44%) para cursos nos institutos superiores politécnicos, uma distribuição entre os dois subsistemas que se tem mantido estável nos últimos 15 anos.

As colocações na 1.ª fase de 2014 deixaram apenas por preencher 13.168 vagas, menos 1.008 do que em 2013.

Os candidatos ao ensino superior que não consigam um lugar nas universidades e politécnicos nesta fase, terão ainda a hipótese de se candidatar na 2.ª e 3.ª fases.

Os candidatos podem encontrar informação estatística sobre os cursos no portal Infocursos em http://infocursos.mec.pt/.

Lusa

  • "É mais um notável tiro no pé de Passos Coelho"
    4:04

    Tragédia em Pedrógão Grande

    Miguel Sousa Tavares analisou esta segunda-feira, no Jornal da Noite, a polémica em torno de Pedro Passos Coelho, depois do presidente do PSD ter pedido desculpas por ter "usado informação não confirmada", ao falar na existência de suicídios, depois desmentidos, como consequência da falta de apoio psicológico na tragédia de Pedrógão Grande. Sousa Tavares considera que Passos Coelho deu "mais um tiro no pé" e defende que o líder da oposição "está notoriamente desgastado" e "caminha para uma tragédia eleitoral autárquica".

    Miguel Sousa Tavares

  • Este texto é sobre o bom senso. O bom senso que faltou a Passos Coelho quando, esta manhã, depois de uma visita pelas áreas ardidas de Pedrógão Grande, decidiu falar em suicídios. Passos não se referiu a tentativas, mas sim a atos consumados. Deu certezas. Disse que tinha conhecimento de “pessoas que puseram termo à vida” porque “que não receberam o apoio psicológico que deviam.”

    Bernardo Ferrão

  • Simplex+2017 promete simplificar burocracia
    1:08

    País

    Já está online o novo Simplex+2017, que vai simplificar a vida dos cidadãos, empresas e administração pública. Pagar impostos com cartão de crédito e ter o cartão de cidadão ou a carta de condução no telemóvel são alguns exemplos do que está previsto.

  • Homem fala ao telefone com o filho que pensava estar morto

    Mundo

    Um norte-americano que tinha estado presente no funeral do filho recebeu, 11 dias depois, uma chamada telefónica de um homem que o pôs em contacto... com o filho que havia enterrado semana e meia antes. Tudo por causa de um erro do gabinete de medicina legal.