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Cuidados paliativos no domicílio em Bragança

Cuidados paliativos no domicílio em Bragança

Um estudo recente revela que metade dos portugueses prefere morrer em casa, mas, em 2010, 62% das mortes ocorreram em hospitais. Para evitar internamentos indesejáveis, começaram a ser criadas equipas médicas de cuidados paliativos, que acompanham os doentes terminais na sua própria casa. O distrito de Bragança foi pioneiro na prestação de cuidados paliativos no domicílio. A SIC acompanhou no terreno o trabalho desses profissionais.

  • Cerca de metade dos doentes referenciados morre sem acesso a cuidados paliativos
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    País

    Metade dos doentes referenciados para os cuidados paliativos morre sem ter acesso à ajuda apropriada no final da vida. A conclusão é de um estudo da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos que, neste dia mundial, alerta para a ausência total deste tipo de assistência em algumas zonas do país. Em Portugal existem 23 equipas hospitalares e 11 domiciliárias dedicadas aos cuidados paliativos. Nenhuma funciona 24 horas por dia.

  • As confissões de Sérgio Conceição: do futuro no FC Porto à zanga com Rui Vitória 
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  • Parceiros sociais retomam hoje discussão sobre legislação laboral

    Economia

    Os parceiros sociais retomam esta tarde a discussão sobre as alterações à legislação laboral nas áreas do combate à precariedade, promoção da negociação coletiva e reforço da inspeção do trabalho. No encontro, marcado para as 15:00 no Conselho Económico e Social (CES), em Lisboa, o ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, deverá apresentar um novo documento com alterações face ao que foi proposto aos parceiros sociais há dois meses.

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    A Coreia do Norte tem o maior orçamento militar do mundo e o seu arsenal nuclear acaba por dar-lhe acesso a uma possível cimeira com os Estados Unidos. A pobreza e o culto da personalidade foram testemunhados pelo embaixador, José Manuel de Jesus, que visitou várias vezes Pyongyang.

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    Os Estados Unidos anunciaram, na quarta-feira, a expulsão de dois diplomatas venezuelanos, aos quais deu um prazo de 48 horas para sairem do país. A decisão é a resposta ao anúncio de Presidente da Venezuela de expulsar o encarregado de negócios e o chefe da secção política da embaixada dos Estados Unidos em Caracas, Todd Robinson e Brian Naranjo, respetivamente.