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Cuidados paliativos no domicílio em Bragança

Cuidados paliativos no domicílio em Bragança

Um estudo recente revela que metade dos portugueses prefere morrer em casa, mas, em 2010, 62% das mortes ocorreram em hospitais. Para evitar internamentos indesejáveis, começaram a ser criadas equipas médicas de cuidados paliativos, que acompanham os doentes terminais na sua própria casa. O distrito de Bragança foi pioneiro na prestação de cuidados paliativos no domicílio. A SIC acompanhou no terreno o trabalho desses profissionais.

  • Cerca de metade dos doentes referenciados morre sem acesso a cuidados paliativos
    2:45

    País

    Metade dos doentes referenciados para os cuidados paliativos morre sem ter acesso à ajuda apropriada no final da vida. A conclusão é de um estudo da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos que, neste dia mundial, alerta para a ausência total deste tipo de assistência em algumas zonas do país. Em Portugal existem 23 equipas hospitalares e 11 domiciliárias dedicadas aos cuidados paliativos. Nenhuma funciona 24 horas por dia.

  • Oposição diz que défice abaixo dos 2,3% se deve ao aumento de impostos
    2:24

    Economia

    O défice de 2016 vai ficar abaixo dos 2,3%, uma garantia dada pelo primeiro-ministro durante o debate quinzenal desta terça-feira. A oposição diz que o resultado é bom para o país mas que se deve a um aumento de impostos, feito pelo Governo no ano passado, e ao trabalho do PSD e do CDS nos anos anteriores.

  • Temperaturas negativas em várias zonas do país nos próximos dias
    1:57

    País

    O frio vai começar a fazer-se sentir nos próximos dias com as temperaturas a descerem para valores negativos em várias zonas do país. Em Lisboa, cinco estações de metro vão estar abertas durante a noite para albergar os sem-abrigo que também vão receber agasalhos e refeições quentes.

  • Medalha idêntica à de Anne Frank encontrada em campo nazi

    Mundo

    Um grupo de investigadores encontrou uma medalha praticamente igual à de Anne Frank, nas escavações ao campo nazi de extermínio Sobibor, na Polónia. Os especialistas do Memorial do Holocausto Yad Vashem em Israel acreditam que a medalha pertencia a Karoline Cohn, que pode ter conhecido Anne Frank.