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GNR deteve este ano 48 pessoas por crime de incêndio florestal

A GNR deteve este ano 48 pessoas pelo crime de incêndio florestal, mais nove do que em igual período de 2014, indicou hoje a corporação.

Num comunicado de balanço, a Guarda Nacional Republicana adianta que, no âmbito do patrulhamento e vigilância das zonas florestais, foram este ano identificadas 659 pessoas, mais 133 do que no mesmo período de 2014.

A GNR registou ainda 13.992 ocorrências de fogo, mais 7.956 do que no ano passado, e 1.041 autos de contraordenações por infração às medidas estabelecidas no âmbito do sistema nacional de defesa da floresta contra incêndios, menos 1.407 do que em 2014.

As contraordenações dizem respeito à não limpeza de matas, cumprimento dos perímetros de proteção em torno das habitações e realização de queimadas.

A GNR refere que as ações de primeira intervenção nos incêndios florestais encontram-se a cargo dos 574 militares do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS), enquanto para as ações de vigilância e patrulhamento das áreas florestais e investigação das causas dos incêndios estão empenhados 948 elementos do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA).

Segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), o número de incêndios florestais mais do que duplicou este ano em relação ao ano passado, tendo-se registado 10.695 ocorrências de fogo, valor superior à média dos últimos 10 anos.

De acordo com os números divulgados, 10.695 incêndios registaram-se entre 01 de janeiro e 31 de julho, enquanto no mesmo período do ano passado tinham deflagrado 4.165.

A área ardida mais do que triplicou este ano, tendo os incêndios florestais atingido uma área de 27.921 hectares, enquanto no mesmo período de 2014 as chamas consumiram 7.575 ha.

Lusa

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