sicnot

Perfil

País

Manuel Alegre diz que PS não pode "implodir" após derrota

O histórico dirigente socialista Manuel Alegre mostrou na noite de domingo satisfação pela continuidade de António Costa à frente do PS após a derrota nas legislativas, e sublinhou que o partido não pode "implodir" após um desaire nas urnas.

"Quando ganhamos, ganhamos todos. Quando perdemos, perdemos todos. Ele [Costa] assumiu a sua responsabilidade mas não pode haver bodes expiatórios, nem o PS agora pode implodir pelo facto de ter perdido uma eleição, o que é normal em democracia", declarou o ex-candidato presidencial.

"Quando ganhamos, ganhamos todos. Quando perdemos, perdemos todos. Ele [Costa] assumiu a sua responsabilidade mas não pode haver bodes expiatórios, nem o PS agora pode implodir pelo facto de ter perdido uma eleição, o que é normal em democracia", declarou o ex-candidato presidencial.

Lusa

"Quando ganhamos, ganhamos todos. Quando perdemos, perdemos todos. Ele [Costa] assumiu a sua responsabilidade mas não pode haver bodes expiatórios, nem o PS agora pode implodir pelo facto de ter perdido uma eleição, o que é normal em democracia", declarou o ex-candidato presidencial.

Alegre falava à saída do Hotel Altis, em Lisboa, após o secretário-geral do PS ter dito que "manifestamente" não se demitia após a derrota nas legislativas, mesmo assumindo a responsabilidade "pessoal" e "política" do resultado.

Para o antigo candidato presidencial, o resultado "politicamente mais significativo da noite" é a subida do Bloco de Esquerda, mas o PS, reconhece, "deve interrogar-se sobre algumas das razões do resultado destas eleições".

A coligação PSD/CDS-PP é a força partidária mais votada com 36,95% dos votos e com 93 mandatos, quando estão apurados os resultados provisórios em 3086 das 3092 freguesias.

Lusa

  • Caravana com cinzas de Fidel chega este sábado a Santiago de Cuba
    2:01
  • Obama diz que Guterres "tem uma reputação extraordinária"
    1:38

    Mundo

    António Guterres diz que vai trabalhar com Barack Obama e também com Donald Trump, na reforma das Nações Unidas. O futuro secretário-geral da ONU foi recebido por Obama, na Casa Branca, onde recebeu vários elogios do presidente norte-americano.

  • Morreu o palhaço que fazia rir as crianças de Alepo

    Mundo

    Anas al-Basha, mais conhecido como o Palhaço de Alepo, morreu esta terça-feira durante um bombardeamento aéreo na zona dominada pelos rebeldes. O funcionário público mascarava-se de palhaço para ajudar a trazer algum conforto e alegria às crianças sírias, que vivem no meio de uma guerra civil.