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Manuel Alegre diz que PS não pode "implodir" após derrota

O histórico dirigente socialista Manuel Alegre mostrou na noite de domingo satisfação pela continuidade de António Costa à frente do PS após a derrota nas legislativas, e sublinhou que o partido não pode "implodir" após um desaire nas urnas.

"Quando ganhamos, ganhamos todos. Quando perdemos, perdemos todos. Ele [Costa] assumiu a sua responsabilidade mas não pode haver bodes expiatórios, nem o PS agora pode implodir pelo facto de ter perdido uma eleição, o que é normal em democracia", declarou o ex-candidato presidencial.

"Quando ganhamos, ganhamos todos. Quando perdemos, perdemos todos. Ele [Costa] assumiu a sua responsabilidade mas não pode haver bodes expiatórios, nem o PS agora pode implodir pelo facto de ter perdido uma eleição, o que é normal em democracia", declarou o ex-candidato presidencial.

Lusa

"Quando ganhamos, ganhamos todos. Quando perdemos, perdemos todos. Ele [Costa] assumiu a sua responsabilidade mas não pode haver bodes expiatórios, nem o PS agora pode implodir pelo facto de ter perdido uma eleição, o que é normal em democracia", declarou o ex-candidato presidencial.

Alegre falava à saída do Hotel Altis, em Lisboa, após o secretário-geral do PS ter dito que "manifestamente" não se demitia após a derrota nas legislativas, mesmo assumindo a responsabilidade "pessoal" e "política" do resultado.

Para o antigo candidato presidencial, o resultado "politicamente mais significativo da noite" é a subida do Bloco de Esquerda, mas o PS, reconhece, "deve interrogar-se sobre algumas das razões do resultado destas eleições".

A coligação PSD/CDS-PP é a força partidária mais votada com 36,95% dos votos e com 93 mandatos, quando estão apurados os resultados provisórios em 3086 das 3092 freguesias.

Lusa

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