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Carlos Silva quer avaliar internamente as consequências de ter defendido que o PS devia negociar com o PSD-CDS

Carlos Silva vai avaliar se tem condições para continuar à frente da UGT, a União-Geral de Trabalhadores. De acordo com o Jornal de Negócios, o secretário geral marcou uma reunião interna para a próxima semana.

"A UGT foi acusada de fazer parte de uma nova troika. Rejeito liminarmente este tipo de acusação", sustentou carlos Silva. (SIC/Arquivo)  

"A UGT foi acusada de fazer parte de uma nova troika. Rejeito liminarmente este tipo de acusação", sustentou carlos Silva. (SIC/Arquivo)  

Em causa estão as declarações polémicas de Carlos Silva, que defendeu que o PS devia negociar a viabilização do Orçamento do Estado para 2016 coma coligação PSD/CDS.

Horas mais tarde, a central sindical veio apoiar um eventual Governo de esquerda liderado por António Costa. Carlos Silva mostra-se agora disponível para analisar internamente as consequências dessa declaração que diz ter feito apenas em nome próprio e não em nome da UGT.

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