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Trabalhadores da Unicer contra despedimentos em empresas com fundos comunitários

A Comissão de Trabalhadores da Unicer defendeu esta segunda-feira que uma empresa com lucros e que beneficie de fundos comunitários devia estar impossibilitada de despedir, protestando contra o despedimento de 140 trabalhadores com o encerramento da fábrica de Santarém.

(Arquivo)

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Na semana passada, o Ministério da Economia, ainda liderado pelo ex-ministro António Pires de Lima (que foi líder da Unicer), mandou suspender todos os pagamentos de fundos comunitários à empresa até serem esclarecidas as circunstâncias do encerramento da fábrica de refrigerantes existente em Santarém.

"Muito antes da discussão chegar (como chegou) à obrigatoriedade de a Unicer devolver os fundos de que beneficiou, dever-se-ia centrar o foco da opinião pública na obrigatoriedade moral que uma empresa altamente rentável e beneficiária de verbas comunitárias terá para com os seus trabalhadores e, por via disso, deveria estar impossibilitada de efetuar quaisquer despedimentos", defendeu hoje a Comissão de Trabalhadores.

Em comunicado, os representantes dos trabalhadores admitem que o controlo dos apoios "é pertinente", mas, antes disso, pedem que os agentes políticos nacionais venham a discutir a proibição de despedimento em caso de benefício de fundos comunitários.

Os trabalhadores informam ainda que, perante "a falta de respostas" da administração da Unicer, vão reunir-se em plenário nos dias 4, 5 e 6 de novembro "para que se decidam as ações de luta e protesto contra o fecho da fábrica de Santarém", que dizem, pode levar ao despedimento de um total de 140 funcionários.

Lusa

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