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Marisa Matias diz que Cavaco "é hoje o maior fator de instabilidade no país"

A candidata presidencial Marisa Matias acusou hoje o Presidente da República de ser o "maior fator de instabilidade do país", advogando que Cavaco Silva, que "sempre se proclamou um institucionalista, admite abrir uma guerra com a Assembleia da República".

(arquivo)

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"Os portugueses votaram e elegeram uma Assembleia da República. Desrespeitar essa decisão constituiria um precedente gravíssimo na nossa democracia. Que o Presidente admita publicamente essa possibilidade degrada a democracia e divide o país. É um comportamento irresponsável e indigno das funções que Cavaco Silva ocupa", vincou a candidata a Belém apoiada pelo Bloco de Esquerda (BE) em nota enviada à imprensa.

Para Marisa Matias, "é cada vez mais difícil compreender a perda de tempo" a que Cavaco "está a submeter o país", nomeadamente "através de visitas que nada têm de urgente", diz a candidata a Belém e eurodeputada do BE, numa alusão à visita que hoje termina à Madeira.

Sobre a declaração "incendiária" do chefe de Estado em torno de governos de gestão, Marisa Matias diz que Cavaco se esquece que o seu executivo de gestão "aconteceu após uma moção de censura, à qual se seguiram a dissolução da Assembleia e a convocação de eleições".

E prossegue: "Agora, pelo contrário, acabámos de ter eleições e o governo em funções foi rejeitado pela Assembleia recentemente eleita pelos portugueses. Nesse contexto, manter em funções o atual governo é uma violação da constituição que o Presidente jurou cumprir, desrespeito frontal pelo sentido do voto dos portugueses e um abuso das funções presidenciais".

O Presidente da República recordou na segunda-feira que enquanto primeiro-ministro esteve cinco meses em gestão e aconselhou a que se verifique o que aconteceu nos dois casos de crises políticas anteriores, em 1987 e 2011.

"Eu estive cinco meses em gestão, eu como primeiro-ministro de um Governo estive cinco meses em gestão", afirmou o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, em declarações aos jornalistas, na Ribeira Brava, na Madeira.

Lusa

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