sicnot

Perfil

País

Portugal sob aviso amarelo devido ao mau tempo

Todos os distritos de Portugal continental, a Madeira e os grupos central e ocidental dos Açores estão hoje sob 'Aviso Amarelo' devido à chuva, vento forte e agitação marítima, informou a meteorologia.

Lusa

Lusa

EDUARDO COSTA

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra e Leiria estão sob 'Aviso Amarelo' devido à previsão de agitação marítima (entre as 00:00 e as 12:00 de hoje), vento forte, com rajadas da ordem dos 70 quilómetros por hora, sendo de 100 quilómetros por hora nas terras altas (entre as 00:00 e as 12:00) e chuva (entre as 06:00 e as 15:00 de hoje).

O IPMA colocou também os distritos de Vila Real, Viseu, Bragança, Guarda e Castelo Branco sob 'Aviso Amarelo' devido vento forte, com rajadas da ordem dos 100 quilómetros por hora (entre as 00:00 e as 15:00 de hoje) e períodos de chuva forte (entre as 09:00 e as 18:00).

Os distritos de Lisboa e de Setúbal estão com 'Aviso Amarelo', mas para agitação marítima (entre as 06:00 e as 15:00 de hoje) e chuva por vezes forte (entre 15:00 e as 18:00 de hoje), enquanto Santarém, Évora e Portalegre têm alerta de precipitação (entre as 15:00 e as 21:00 de hoje).

Também sob 'Aviso Amarelo' estão os distritos de Faro e Setúbal na sequência de agitação marítima, prevendo-se ondas de quatro a cinco metros entre as 15:00 e as 18:00 de hoje.

A Madeira vai estar entre 12:00 e as 18:00 de hoje sob 'Aviso Amarelo' devido à previsão de períodos de chuva, por vezes forte.

Nos Açores, o IPMA colocou ainda os grupos ocidental (Flores e Corvo) e central (Graciosa, Terceira, Pico, Faial e São Jorge) sob 'Aviso Amarelo' por previsão de agitação marítima entre as 18:00 de hoje e as 18:00 de sábado.

O 'Aviso Amarelo', o terceiro mais grave numa escala de quatro níveis, alerta para situações de risco para determinadas atividades dependentes das condições meteorológicas.

O instituto prevê para hoje nas regiões do norte e centro do continente céu muito nublado, com abertas na região norte a partir do meio da tarde, períodos de chuva, que será persistente e por vezes forte, passando a regime de aguaceiros a partir da tarde na região norte e no litoral centro, e que serão de neve acima de 1400 metros.

Está também previsto vento moderado de sudoeste, soprando moderado a forte, temporariamente com rajadas até 80 quilómetros por hora, no litoral, e forte, com rajadas até 100 quilómetros por hora nas terras altas, tornando-se fraco a moderado de noroeste a partir do início da tarde.

A previsão aponta ainda para pequena subida da temperatura mínima e neblina ou nevoeiro em alguns locais.

No sul prevê-se céu muito nublado, períodos de chuva, por vezes forte durante a tarde, vento moderado, soprando moderado a forte , temporariamente com rajadas até 60 quilómetros por hora, no litoral, e forte, com rajadas até 80 quilómetros por hora, nas terras altas, tornando-se em geral fraco noroeste no final do dia, pequena subida da temperatura mínima e neblina ou nevoeiro em alguns locais.

Na Madeira prevê-se céu geralmente muito nublado, períodos de chuva, por vezes forte a partir do meio da manhã, passando gradualmente a regime de aguaceiros e diminuindo de intensidade e de frequência a partir do meio da tarde, vento moderado a forte e pequena subida de temperatura, em especial da máxima.

Para os Açores prevê-se períodos de céu muito nublado, com abertas em especial na manhã, aguaceiros fracos e vento oeste muito fresco, tornando-se forte com rajadas até 80 quilómetros por hora a partir da tarde.

Quanto às temperaturas, em Lisboa vão variar entre 14 e 16 graus Celsius, no Porto entre 14 e 15, em Bragança entre 11 e 12, em Viseu entre 10 e 12, na Guarda entre 9 e 10, em Castelo Branco entre 12 e 13, em Santarém entre 14 e 16, em Évora entre 12 e 14, em Beja entre 13 e 16, em Faro entre 15 e 18, no Funchal entre 16 e 21, em Ponta Delgada entre e na Horta entre 12 e 16 e em Santa Cruz das Flores entre 13 e 17.

Lusa

  • Depois do Fogo
    23:30

    Reportagem Especial

    Foi o incêndio mais mortífero de que há memória. No dia 17 de junho, as chamas apanharam desprevenidos moradores de vários concelhos e fizeram pelo menos 64 mortos. O incêndio prolongou-se durante vários dias deixando um rasto de histórias de perda e de sobrevivência, mas também de solidariedade de um sem número de pessoas anónimas.

  • "A menina agora volta para casa. Nós não." 

    Foi o desabafo do Cesário que me fez escrever qualquer coisa sobre o que vivi na última semana. Eram dez e pouco da noite, tinha acabado a vigília de homenagem às vítimas em Figueiró dos Vinhos e ele ainda tinha na mão um balão branco que àquela hora já só estava meio cheio. Era o último dia de uma longa e dura jornada de trabalho e estávamos a arrumar as coisas para no dia seguinte regressarmos a Lisboa.

    Débora Henriques

  • Pagar IMI a prestações e um Documento Único Automóvel mais pequeno

    País

    O programa Simplex + 2017 é apresentado hoje à tarde e recebeu mais de 250 propostas de cidadãos ao longo dos últimos meses. As novas medidas preveem o pagamento em prestações do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e a criação de um simulador de custos da Justiça, que devem estar em vigor no próximo ano.

  • "A culpa morre sozinha?"
    0:41

    Opinião

    Luís Marques Mendes não acredita que o Ministério Público não formule uma acusação de homicídio por negligência e que não haja demissões na sequência do incêndio de Pedrógão Grande. O comentador da SIC debateu o tema este domingo no Jornal da Noite da SIC.

    Luís Marques Mendes

  • Cinco anos depois do incêndio na Serra do Caldeirão
    5:24

    País

    Pedrógão Grande fez reviver o drama vivido pelas gentes da Serra do Caldeirão no verão de 2012. Falta de bombeiros, moradores retirados à força, casas e floresta destruídas são semelhanças que encontram nestes dramas separados por cinco anos.

  • Novo avião da TAP com pintura retro
    0:36

    Economia

    O novo avião da TAP chama-se "Portugal", tem uma pintura retro e vai sobrevoar os céus do pais a partir desta segunda-feira. A companhia aérea explica que o nome e a pintura são uma forma de homenagear a ligação histórica entre a empresa e o país.