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Reclusos das prisões portuguesas distinguidos pelo talento artístico

Mais de 180 reclusos de 29 prisões foram selecionados para o concurso "Mostra de Autores Desconhecidos", que lhes reconhecerá o talento artístico, da literatura à música, anunciou a Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC).

Teatro Nacional de São Carlos.

Teatro Nacional de São Carlos.

www.tnsc.pt

Esta "Mostra de Autores Desconhecidos" é uma iniciativa de responsabilidade social da IGAC e nesta segunda edição é feita em parceria com a Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, abrangendo o universo dos reclusos em prisões portuguesas.

De acordo com o IGAC, o concurso contou com a participação de 439 reclusos, que inscreveram trabalhos nas categorias de Literatura, Artes Visuais, Banda Desenhada, Música e Teatro, tendo o júri selecionado 186 participantes finalistas, de 29 prisões.

Esta segunda edição do concurso tinha como tema "Desenvolvimento: faz a diferença e liberta uma ideia".

Os vencedores serão anunciados a 4 de fevereiro no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, e os trabalhos vencedores ficarão disponíveis para consulta em www.autoresdesconhecidos.pt.

Do júri que avaliou os trabalhos apresentados fizeram parte, entre outros, o poeta José Tolentino de Mendonça, o jornalista António Mateus, a encenadora Mónica Calle, o cantor Luís Represas e o grupo Mão Morta.

O concurso "Mostra de Autores Desconhecidos" teve a primeira edição em 2014, dirigida a pessoas "enquadradas em funções de apoio em zonas urbanas menos favorecidas".

Esta é uma iniciativa de responsabilidade social que faz parte do V Plano Nacional para a Igualdade de Género, Cidadania e Não-discriminação 2014-2017, "que visa a inclusão social de homens e mulheres, enquadrados em ambientes económica ou socialmente vulneráveis, através da criação artística", refere a IGAC.

Lusa

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