sicnot

Perfil

País

Começa julgamento de homem acusado de matar quatro pessoas

O homem acusado de matar quatro pessoas a tiro - ex-mulher, ex-sogros e enteado - na Póvoa de Varzim, distrito do Porto, em abril de 2015, começa hoje a ser julgado no Tribunal de Matosinhos.

(Arquivo/SIC)

(Arquivo/SIC)

SIC

De acordo com a acusação do Ministério Público, citada numa nota da Procuradoria-Geral Distrital (PGD) do Porto, o arguido armou-se "com uma pistola e com um revólver carregados, assim como com várias munições de reserva, dirigiu-se à Rua Comendador Araújo, na Estela, Póvoa de Varzim, à casa onde a sua anterior companheira vivia com os pais, e abateu-os a tiro, bem como a um filho que aquela tinha de uma anterior relação".

As quatro mortes ocorreram na sequência de "conflitos com a posse de terrenos e o recebimento das respetivas rendas" entre o alegado homicida e uma das vítimas.

O alegado homicida estava separado da ex-mulher há cerca de ano e não aceitava o fim da relação, nem o facto de esta ter um novo companheiro.

O crime aconteceu dia 28 de abril de 2015, por volta das 09:00, e as quatro vítimas tinham idades entre os 23 e 70 anos.

Ao arguido, em prisão preventiva desde o dia 29 de abril -- data em que foi detido na A3, em Valença, a dois quilómetros da fronteira espanhola, depois de se despistar -- estão imputados quatro crimes de homicídio qualificado, três crimes de ameaça agravada, um crime de detenção de arma proibida e um crime de uso e porte de arma sob efeito de álcool.

Lusa

  • Acordo de concertação social assinado por todos os parceiros

    Economia

    Está assinado o acordo da Concertação Social que estipula a descida da TSU para as empresas como contrapartida do aumento do salário mínimo. Ao contrário do que é habitual, o momento não foi assinalado na sede do Conselho Económico e Social (CES), mas as assinaturas foram divulgadas no Twitter.

  • Oposição diz que défice abaixo dos 2,3% se deve ao aumento de impostos
    2:24

    Economia

    O défice de 2016 vai ficar abaixo dos 2,3%, uma garantia dada pelo primeiro-ministro durante o debate quinzenal desta terça-feira. A oposição diz que o resultado é bom para o país mas que se deve a um aumento de impostos, feito pelo Governo no ano passado, e ao trabalho do PSD e do CDS nos anos anteriores.