sicnot

Perfil

País

Autoridade Marítima emite aviso para que população se afaste da costa

A agitação marítima fechou já sete barras marítimas no continente, sendo esperada ondulação que pode atingir os 12 metros, o que levou hoje a Autoridade Marítima Nacional a pedir que as pessoas se afastem da linha da costa.

© Stephane Mahe / Reuters

Em declarações à agência Lusa, o porta-voz da Autoridade Marítima Nacional (AMN) referiu que há um aviso de mau tempo para toda a costa ocidental e que neste momento há sete barras marítimas fechadas a toda a navegação - Caminha, Esposende, Póvoa do Varzim, Vila do Conde, Figueira da Foz e Douro.

"A barra de Aveiro está condicionada e tudo isso é fruto da forte agitação marítima que neste momento se está a sentir", apontou Paulo Vicente.

De acordo com o responsável, a ondulação está neste momento com cinco a seis metros de altura, sendo expectável que a situação piore nas próximas 24 horas e a ondulação atinja os 12 metros a partir da manhã de domingo e até ao final da tarde.

Dadas as condições do mar e o agravamento que se espera do estado do tempo, Paulo Vicente pede a que todos aqueles que têm no mar a sua atividade profissional ou de recreio uma "cultura de segurança marítima", respeitando os avisos de mau tempo, bem como os condicionamentos e as interdições à navegação.

O conselho alarga-se a todos os cidadãos, dado que ultimamente têm-se registado alguns acidentes por causa de quem procura o melhor enquadramento para a uma fotografia do mar.

"Apelamos e avisamos todas as pessoas para se manterem longe da linha marítima, porque realmente a ondulação vai ser forte e tem que se manter uma distância segura para que não haja acidentes. É essa a nossa recomendação", disse Paulo Vicente.

O responsável disse ainda que a costa ocidental será a mais afetada, já que está ondulação de noroeste/oeste, e que o agravamento do estado do tempo pode vir a obrigar a fechar mais barras marítimas, caso seja o entendimento da autoridade marítima local.

Lusa

  • Águeda enfrenta maiores cheias dos últimos anos
    2:14

    País

    A cidade de Águeda enfrenta, de facto, as maiores cheias dos últimos anos. Mas, apesar de ser o exemplo mais flagrante, não é caso único no País. A Autoridade Nacional da Proteção Civil registou entre as 00:00 de sexta-feira e as 00:00 de sábado 458 ocorrências, de Norte a Sul.

  • Como se sobrevive à dor em Nodeirinho e Pobrais
    2:43
  • Raphäel Guerreiro vai continuar a acompanhar a seleção
    1:08
  • 74 mil alunos do secundário têm a vida "suspensa" 
    2:22

    País

    Enquanto o Ministério Público investiga a fuga de informação no exame nacional de Português do 12.º ano, 74 mil estudantes ficam com a vida suspensa. Se a fuga se confirmar, o exame corre o risco de ser anulado e as candidaturas ao ensino superior atrasam. O Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), responsável pelos exames, prometeu esclarecimentos para os próximos dias.