sicnot

Perfil

País

Rio volta a subir em Águeda e baixa da cidade deve ser evitada

A proteção civil de Águeda aconselhou esta manhã as pessoas a não saírem de casa e a evitarem a zona baixa da cidade, prevendo um agravamento das cheias nas próximas horas.

Águeda

Águeda

PAULO NOVAIS

O vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda, Jorge Almeida, que está a coordenar no terreno as operações da proteção civil, afirmou à agência Lusa que a situação melhorou durante a noite, mas está de novo a agravar-se, sabendo-se que "há uma grande massa de água que está a caminho desde o Caramulo".

"Aconselho as pessoas a que só saiam de casa de for absolutamente necessário, até a situação acalmar, e sobretudo que não vão para a baixa da cidade porque as condições de circulação vão estar bastante difíceis", disse hoje de manhã Jorge Almeida.

De acordo com o autarca, a situação melhorou durante a noite, fruto da acalmia das condições de tempo ontem [sexta-feira] ao final da tarde, mas o Rio já está outra vez a subir, devido à chuva que cai ininterruptamente desde as 03:00 na zona do Caramulo.

"O mais problemático é a partir de agora porque o rio reiniciou o processo de subida e sabemos que há uma massa de água bastante grande que está a caminho desde o Caramulo, através do rio Águeda e dos seus afluentes, pelo que temos a situação dificultada, até porque é difícil saber qual vai ser a cota máxima, apesar dos instrumentos de medição, que têm um intervalo de cerca de uma hora", disse.

Jorge Almeida revelou à Lusa que algumas das estradas que já haviam sido reabertas estão a ser novamente encerradas, "nomeadamente a rotunda de Assequins e junto à antiga estação de tratamento de água", e que a ligação a Aveiro está encerrada junto à Ponte da Rata".

Jorge Almeida admitiu que o dia de hoje pode vir a ser "bastante complicado", pelo que a proteção civil municipal tem todo o sistema de vigilância montado e o parque de máquinas operacional para acorrer aos vários deslizamentos de barreiras.

"Estamos a acompanhar a evolução à volta da cidade. Ontem [sexta-feira], tivemos vários pedidos de auxílio, em que os barcos dos bombeiros tiveram de ajudar as pessoas que pretendiam sair ou entrar em casa nas zonas inundadas, mas a noite foi tranquila. A Rua Vasco da Gama e a Rua Manuel Pinto [na baixa da cidade] ainda não deixaram de ter água e vamos ver onde é que atinge o pico máximo", comentou.

Lusa

  • Michelle Obama partilhou momento de despedida da Casa Branca
    1:43
  • Artista que criou poster de Obama quer invadir EUA com símbolos de esperança

    Mundo

    Shepard Fairey - o artista por trás do tão conhecido cartaz vermelho e azul "Hope" de Barack Obama, durante a campanha eleitoral de 2008 nos EUA - produziu uma série de novas imagens a tempo da tomada de posse de Donald Trump, na sexta-feira. Agora, o artista e a sua equipa querem manifestar uma posição política com a campanha "We The People", contra as ideias que o Presidente eleito tem defendido.

  • Trabalhadores da saúde iniciam greve nacional

    País

    Trabalhadores da saúde estão esta sexta-feira a cumprir uma greve a nível nacional para reivindicar a admissão de novos profissionais, exigir a criação de carreiras e a aplicação das 35 horas semanais a todos os funcionários do setor.

  • Portugal a tremer de frio
    3:07

    País

    Portugal continua a registar temperaturas negativas, sobretudo no Norte do país. Em Trás-os-Montes, por exemplo, marcaram mínimas de 11 graus abaixo de zero e os termómetros desceram tanto que congelaram rios, canalizações de água e até aquecimentos de escolas. Mas nem tudo é mau pois os produtores falam em boa época para curar fumeiro.

  • Juiz brasileiro morto em acidente aéreo investigava corrupção na Petrobras
    1:28
  • Zoo da Indonésia acusado de querer matar ursos à fome

    Mundo

    Um grupo de ativistas da Indonésia acusa o Jardim Zoológico de Bandung de estar a matar à fome os seus animais, incluindo os ursos-do-sol, para ser fechado. Um vídeo recentemente publicado mostra os ursos, que aparecem muito magros e a implorar por comida.

  • Podem as plantas ver, ouvir e até reagir?

    Mundo

    Um professor de Ciências Vegetais da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, passou quatro décadas a investigar as relações entre vegetais e insetos. Na visão de Jack Schultz, as plantas são "como animais muito lentos", que conseguem ver, ouvir, cheirar e até têm comportamentos próprios.