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GNR obrigada a intervir no velório de Rodrigo Lapa em Portimão

GNR obrigada a intervir no velório de Rodrigo Lapa em Portimão

O velório de Rodrigo Lapa ficou marcado esta noite pela intervenção da GNR quando os populares começaram a dirigir à mãe do jovem assassinado em Portimão palavras hostis e acusações. Os militares entraram na capela e foi sob escolta que a mulher deixou o local. O repórter da SIC, João Tiago, acompanhou o velório e relatou a situação.

  • PJ na casa do jovem encontrado morto em Portimão

    País

    A Polícia Judiciária está na casa onde viva Rodrigo Lapa, o jovem encontrado hoje, sem vida, depois de ter desaparecido há mais de uma semana. No local estão vários inspetores e elementos da polícia científica. As autoridades delimitaram um perímetro de segurança.

  • Amiga do pai de Rodrigo fala em relação difícil entre o rapaz e o padrasto
    1:44

    País

    O adolescente encontrado morto em Portimão foi autopsiado esta manhã. O resultado ainda não é conhecido, mas o corpo de Rodrigo Lapa apresentava evidentes sinais de violência. O padrasto é o principal suspeito e viajou para o Brasil. A mãe foi ouvida pela Polícia Judiciária mas está em liberdade. A SIC falou com uma amiga do pai de Rodrigo que diz que o rapaz se queixava de maus tratos por parte do padrasto.

  • Joaquim Lara Pinto, principal suspeito da morte de Rodrigo
    2:17

    País

    Joaquim Lara Pinto é o principal suspeito da morte de Rodrigo Lapa. O homem de 42 anos estava desempregado. Viajou para o Brasil no dia em que Rodrigo, de 15 anos, desapareceu. A viagem tinha sido comprada há cerca de um mês. A mãe reafirma que Rodrigo e o padrasto tinham uma relação cordial.

  • Velório de Rodrigo Lapa com fortes medidas de segurança
    2:26

    País

    O corpo do jovem assassinado em Portimão começou a ser velado, esta tarde, sob fortes medidas de segurança. Horas antes, a irmã de Rodrigo, com apenas seis meses, foi retirada à mãe por determinação da Comissão de Proteção de Crianças e jovens. A mãe de Rodrigo Lapa terá tentado proteger o companheiro e ocultou factos à polícia. O padrasto acusava o jovem de lhe ter roubado dinheiro para comprar um telemóvel.

  • Um retrato devastador do "pior dia do ano"
    2:47
  • Um olhar sobre a tragédia através das redes sociais
    3:22
  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
    6:45

    Opinião

    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
    6:32

    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
    1:18
  • Jornalista que denunciou corrupção do Governo de Malta morre em explosão

    Mundo

    A jornalista Daphne Caruana Galizia, que acusou o Governo de Malta de corrupção, morreu esta segunda-feira, numa explosão de carro. O ataque acontece duas semanas depois de a jornalista maltesa recorrer à polícia, para dizer que estava a receber ameaças de morte. A morte acontece quatro meses após a vitória do Partido Trabalhista de Joseph Muscat, nas eleições antecipadas pelo primeiro-ministro, após as alegações da jornalista, que o ligavam a si e à sua mulher ao escândalo dos Panama Papers. O casal negou as acusações de que teriam usado uma offshore para esconder pagamentos do Governo do Azerbaijão.