sicnot

Perfil

País

Ex-administrador da Gaianima fala em "guerrilha política" por detrás de investigação

O ex-administrador da empresa municipal Gaianima Angelino Ferreira considerou hoje que a investigação à gestão da antiga empresa municipal tem "muita guerrilha política por detrás", não atribuindo "qualquer credibilidade" à auditoria externa que revelou irregularidades.

Luís Filipe Menezes, criador da Gaianima.

Luís Filipe Menezes, criador da Gaianima.

LUSA

"Em janeiro de 2014 fui convidado para continuar no Conselho de Administração [da Gaianima] pelo atual presidente da câmara e acedi, mas passado um mês comecei a aperceber-me de um certo ruído político, uma guerrilha política, e como não sou ator, nem figurante para esse tipo de coisas, defendi a realização de uma auditoria que, entretanto, subscrevi e deliberei", disse durante uma conversa com jornalistas.

Angelino Ferreira falava hoje aos jornalistas, um dia depois de a Polícia Judiciária (PJ) ter realizado 24 buscas à Câmara de Gaia, empresas e domicílios, no âmbito de uma investigação ligada à gestão da antiga empresa municipal Gaianima, extinta em 2015. Segundo a Procuradoria-Geral Distrital (PGD) do Porto, ainda não foram constituídos arguidos.

Angelino Ferreira realçou nunca ter sido ouvido nem durante, nem depois da realização da auditoria externa à empresa municipal Gaianima.

Lusa

  • Família perde tudo na aldeia de Queirã
    2:32
  • Temperaturas sobem no fim de semana, risco de incêndio aumenta
    1:08

    País

    A chuva que caiu nos últimos dias não deverá ter impactos relevantes na dominuição da seca e, por isso, o risco de incêndios vai voltar a aumentar com nova subida das temperaturas. Os termómetros podem chegar aos 30 graus entre domingo e quarta-feira.

  • Não me parece o melhor princípio político, mas percebo que António Costa queira ter junto de si, sobretudo em tempos difíceis, os mais próximos. Os homens de confiança pessoal e política. Em plena tempestade, o primeiro-ministro chamou dois amigos de longa data, ex-colegas da Faculdade de Direito, Eduardo Cabrita e Pedro Siza Vieira. E eles não disseram que não.

    Bernardo Ferrão