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Costa pede estabilidade e consenso para aplicar Programa Nacional de Reformas

Costa pede estabilidade e consenso para aplicar Programa Nacional de Reformas

O primeiro-ministro pede amplo consenso e estabilidade para aplicar o Programa Nacional de Reformas. O documento com seis grandes prioridades estratégicas foi apresentado hoje e vai ser entregue em Bruxelas até ao final de Abril. Este programa vai ser financiado sobretudo com fundos europeus.

  • "A precariedade é o maior inimigo da produtividade"
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    Economia

    O primeiro-ministro disse hoje que "a precariedade é o maior inimigo da produtividade" e que, por isso, mesmo, será criado um plano nacional para combater este problema. Na apresentação do Programa Nacional de Reformas, António Costa adiantou ainda que uma das prioridades do Governo é alargar o acesso das crianças de 3 anos ao ensino pré-escolar.

  • Costa apresenta hoje o Plano Nacional de Reformas

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    O primeiro-ministro apresenta hoje, no Centro de Congressos de Lisboa, o Programa Nacional de Reformas, que envolverá até 11 mil milhões de euros nos próximos cinco anos, com apostas na qualificação e no combate ao sobre-endividamento das empresas. Depois de apresentado e antes de ser entregue a Bruxelas, o programa vai ser discutido por partidos e pela concertação social nas próximas semanas.

  • Avião cruza-se com drone a 900 metros de altitude
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  • Naufrágio na Colômbia registado em vídeo
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  • PSP descentraliza a regularização de armas
    3:55

    País

    A PSP de Bragança percorreu os 12 concelhos do distrito ao encontro dos proprietários de armas com vista à sua regularização. A iniciativa, que pretende evitar a deslocação das pessoas à capital de distrito, teve uma forte adesão.

  • O último adeus a Miguel Beleza

    País

    O velório do economista e ex-ministro das Finanças realiza-se esta segunda-feira na Igreja do Campo Grande, em Lisboa, a partir das 18h00.

  • Trump quebra tradição da Casa Branca com 20 anos

    Mundo

    Donald Trump decidiu não fazer um jantar de celebração pelo fim do Ramadão, o mês em que os muçulmanos cumprem jejum entre o nascer e o pôr do sol. O Presidente dos Estados Unidos quebrou a tradição da Casa Branca, pela primeira vez em 20 anos.