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PSD tem de fazer uma oposição mais agressiva, diz Rangel

Em entrevista ao Público, o eurodeputado diz que o congresso do partido, este fim de semana, deve ser um ponto de partida para isso e insiste que o PSD tem de avançar sem esperar por eventuais ajudas do Presidente da República.

Paulo Rangel, no edificio da sede do Parlamento Europeu em Estrasburgo

Paulo Rangel, no edificio da sede do Parlamento Europeu em Estrasburgo

Luís Barra

Rangel sublinha que o PSD precisa de uma agenda reformista, com rostos novos, que poupem Passos Coelho de ter intervenções quase diárias.

O eurodeputado defende, no entanto, que Passos Coelho mantém as condições para continuar na liderança do PSD e rejeita estar a pensar numa eventual candidatura à presidência do partido.

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