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PJ do Porto recolhe indícios no local onde foi assassinado jovem de 20 anos

PJ do Porto recolhe indícios no local onde foi assassinado jovem de 20 anos

Durante a manhã a PJ esteve no local a recolher indícios no parque de estacionamento da FEUP. Sabe-se que era estudante e que era de Baião. Foi violentamente agredido e acabou por morrer no Hospital de São João, como relata a repórter da SIC, Márcia Torres.

A Polícia Judiciária do Porto ativou hoje a secção de investigação de homicídios para investigar a morte de um estudante universitário de 20 anos, que foi espancado por um grupo de indivíduos esta madrugada na via pública, disse fonte oficial.

Em declarações à Lusa, fonte da Polícia Judiciária do Porto informou que o registo da ocorrência do estudante agredido chegou àquela polícia às 05:49, hora em que foi "ativada a secção de investigação de homicídios" e foi ativado de imediato o serviço de "perícia criminalística".

No local, a Lusa constatou que há três elementos da Judiciária junto ao edifício no parque de estacionamento da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto a desenvolver as "necessárias diligências".

Segundo o registo da ocorrência da Polícia Judiciária e que foi comunicado à Lusa, um grupo de indivíduos terá agredido o estudante do ensino superior, que circulava na via pública com colegas, sem "justificação prévia" ou "provocação prévia".

"Não foi entregue qualquer tipo de arma" e a vítima foi transferida para o Hospital de São João do Porto, local onde veio a morrer, acrescentou a mesma fonte policial.

Os colegas da vítima, que também foram feridos para ajudar o colega, estão a ser ouvidos esta manhã na Judiciária, acrescentou a mesma fonte.

No local do crime estão alguns estudantes a ver o aparato policial que investiga o caso.

A vítima, natural do concelho de Baião, estava inscrita no "ano zero" do Instituto Superior de Contabilidade e Administração Pública, do Instituto Politécnico, disse à Lusa fonte daquela instituição de Ensino Superior.

Agressão fatal para estudante "não pode passar em claro" - Federação Académica Porto

O presidente da Federação Académica do Porto (FAP), Daniel Freitas, lamentou a morte de um estudante do ensino superior, ocorrida hoje de madrugada naquela cidade, sublinhando que uma situação destas "não pode passar em claro".

"É uma situação lamentável que não pode passar em claro. Qualquer situação destas tem de ser investigada", frisou o dirigente associativo, que disse desconhecer, para já, os contornos do caso.

Um estudante de 20 anos foi hoje espancado até à morte na zona do polo universitário da Asprela, no Porto, por um grupo de quatro indivíduos, disse à Lusa fonte da PSP.

Fonte do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) disse à Lusa que uma sua equipa foi chamada ao local às 04:39.

De seguida, o estudante foi levado para o hospital de São João, onde veio a morrer.

A PSP precisou que a agressão aconteceu na rua Dom Frei Vicente de Soledade Castro. Segundo a mesma fonte, as agressões ocorreram na via pública, desconhecendo-se os motivos que estiveram na origem do crime.

Também o diretor de comunicação da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), Carlos Oliveira, disse que a agressão a um estudante, que lhe provocou a morte, aconteceu fora do edifício da instituição, junto ao parque-auto, de acesso livre durante a noite.

De acordo com a PSP, não há até ao momento informações de que tenha sido utilizada qualquer arma e o crime está já a ser investigado pela Polícia Judiciária.

Com Lusa

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