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Buscas na TAP e na Parpública, PGR suspeita de corrupção

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A Polícia Judiciária está a efetuar buscas na TAP e na Parpública, em Lisboa. Em causa está o negócio da compra, pela companhia aérea, da empresa de manutenção no Brasil, em 2005. A Procuradoria-geral da República suspeita de corrupção e gestão danosa.

Última atualização às 17:03

A Procuradoria-Geral da República confirmou entretanto, em comunicado "a realização de buscas na TAP e na Parpública" e acrescenta que "o processo não tem arguidos constituídos".

"Em causa estão suspeitas da prática dos crimes de administração danosa, participação económica em negócio, tráfico de influência, burla qualificada, corrupção e branqueamento", refere a nota da PGR.

A TAP pagou na altura cerca de 24 milhões de euros pela antiga VEM, a empresa de manutenção que pertencia à falida Varig. O negócio acabou por ser ruinoso para a TAP, já que a VEM sempre acumulou prejuizos.

A PJ está a investigar o negócio que a TAP fez em parceria com o empresário Stanley Ho.

Mais tarde, a TAP acabou por comprar a posição da Geocapital - a empresa do macaense -, e a pagar um prémio de 20% a Stanley Ho.

Para a empresa do macaense trabalhava Diogo Lacerda Machado, o agora homem forte de António Costa nas negociações entre o Governo e o consórcio Atlantic Gateway, sobre a privatização da TAP.

O negócio já estava em investigação desde 2013 e tem agora novos desenvolvimentos.

Ao que a SIC apurou, a PJ está reunida com os advogados da TAP. Fernando Pinto já foi ouvido várias vezes neste processo.

O Ministério Público está a ser coadjuvado pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC) da PJ.

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