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Margens do Tejo ligadas por ciclovias "nos próximos anos", prevê Fernando Medina

O presidente da Câmara de Lisboa congratulou-se esta quarta-feira com a aposta feita pelos municípios da área metropolitana na mobilidade ciclável, que permitirá, a seu ver, unir as duas margens do Rio Tejo "nos próximos anos".

MÁRIO CRUZ/LUSA

"Na Área Metropolitana de Lisboa, houve um acordo entre os municípios, dentro de um conjunto de verbas muito reduzidas de fundos comunitários, de apresentar um projeto comum para a conclusão das redes de ciclovias de cada município [...] e depois para a ligação entre elas", disse Fernando Medina (PS).

O autarca - que falava no centro de congressos de Lisboa, numa reunião descentralizada do município para ouvir munícipes de Belém, Ajuda e Alcântara - salientou que este é um "projeto comum, que envolve os municípios quer da margem norte ou da margem sul".

Apontando o trabalho que está a ser desenvolvido por Vila Franca de Xira, Loures, Oeiras, Cascais, Almada e Barreiro, o responsável frisou que "o objetivo é que estas duas margens disponham de uma rede integral de ciclovias o mais alargada possível".

Em Lisboa, será feita uma aposta em "toda a frente ribeirinha".

"É isto que vai estar em curso, com ritmos diferentes em função da disponibilidade de cada município, e é isto que vai unir as duas margens nos próximos anos", adiantou.

O tema foi trazido ao encontro por moradores que solicitaram melhores condições para andar de bicicleta, nomeadamente junto ao rio.

"Fico muito agradado por haver dois munícipes a falar de ciclovias e que querem mais", observou, por seu turno, o vereador da Estrutura Verde da autarquia, José Sá Fernandes.

Sem avançar detalhes, o autarca revelou que a Câmara de Lisboa vai "apresentar um projeto de alargamento das ciclovias e de melhoria das que existem".

De acordo com o responsável, a rede passará de 70 para 90 quilómetros e será "melhorada em pintura e sinalética".

"Em breve será anunciada essa rede, porque ainda estamos a discutir com algumas freguesias", referiu Sá Fernandes, assegurando que se pretende que a bicicleta seja também usada "para ir para o trabalho" e não só para lazer.

Projeta-se, por isso, uma ligação da rede a parques de estacionamento, avançou.

Também presente, o vice-presidente do município e vereador das Estruturas de Proximidade, Duarte Cordeiro, informou que a autarquia pretende colocar um sanitário público junto ao Mosteiro dos Jerónimos, para o qual aguarda autorização da Direção-Geral do Património Cultural.

Já concluída está a casa de banho pública ao pé da Torre de Belém, que está a "aguardar vistoria da EPAL [Empresa Portuguesa Das Águas Livres]" para entrar em funcionamento.

Antes, o munícipe Álvaro da Costa Santos solicitou à Câmara a colocação urgente de sanitários públicos em Belém.

"É uma vergonha presenciarmos que as excursões que ali vêm, tanto da província como do estrangeiro, continuam a fazer as necessidades junto dos pinheiros", lamentou.

Álvaro da Costa Santos criticou também a falta de uma "passagem pedonal para deficientes" na zona.

Em resposta, Duarte Cordeiro indicou que a instalação de duas plataformas elevatórias "será uma realidade em breve".

Lusa

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