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Presidente da República volta a recusar falar sobre cortes dos colégios privados

Presidente da República volta a recusar falar sobre cortes dos colégios privados

O Presidente da República voltou hoje a recusar-se comentar os cortes no financiamento das escolas privadas com contratos de associação. Marcelo Rebelo de Sousa diz que está atento ao que se passa, pois "vê televisão", mas diz que só fará declarações sobre o assunto no momento oportuno.

  • Marcelo diz que é preciso encontrar caminhos de convergência na Educação
    1:36

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    Marcelo Rebelo de Sousa diz que é preciso encontrar caminhos de convergência na educação e evitar "afrontamentos" desnecessários. Sem nunca se referir a casos concretos, o Presidente da República diz que só fala sobre a polémica dos contratos de associação, depois de conversar com o primeiro-ministro. A reunião semanal entre ambos acontece esta quinta-feira.

  • Marcelo só comenta fim dos contratos de associação depois de falar com Costa
    0:31

    País

    Marcelo Rebelo de Sousa diz que só vai falar sobre a polémica do fim dos contratos de associação, depois de conversar com António Costa. Durante uma intervenção na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, o Presidente da República disse que é preciso encontrar caminhos de convergência no setor da educação. Sem nunca falar do caso dos colégios privados em concreto, admitiu ainda que tem dificuldade em entender afrontamentos entre setores, quando o fim é o mesmo.

  • Igreja preocupada com situação dos colégios privados
    1:18

    País

    A Igreja está preocupada com a situação dos colégios privados em contratos de associação. Os bispos reuniram-se hoje com a associação que representa o ensino privado. O padre Manuel Barbosa, porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa, diz que a Igreja teme pelo encerramento de metade das escolas e pelo despedimento de professores. Esperam agora pela intervenção do Presidente da República.

  • Estado vai deixar de financiar novas turmas nos colégios privados
    3:36

    País

    A partir do próximo ano letivo, o Ministério da Educação vai deixar de financiar novas turmas em colégios privados totalmente financiados pelo Estado, caso haja vagas na rede pública. A Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo diz que as novas medidas vão levar ao despedimento de 5 mil docentes e não docentes e, a medida vai implicar indemnizações que rondam os 54 milhões de euros. No próximo ano, as escolas privadas com contrato de associação poderão perder 656 turmas.

  • Montenegro nunca será candidato contra Passos
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  • Dijsselbloem não comenta hipótese de ser substituído por Mário Centeno
    2:41

    Mundo

    Jeroen Dijsselbloem diz que cabe ao Governo português avançar com o nome de Mário Centeno para a presidência do Eurogrupo, mas não comenta a sondagem que foi feita ao ministro das Finanças português. Ouvido esta quinta-feira no Parlamento Europeu, o Presidente do Eurogrupo esteve no centro das críticas e reafirmou que não se demite.