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Infarmed reavalia comparticipação a 115 medicamentos caros e com alternativa

O INFARMED, Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, anunciou esta terça-feira que está a reavaliar as comparticipações de 115 medicamentos, que ou ajustam os preços ou podem perder o atual apoio estatal.

O Infarmed e a Autoridade Tributária apreenderam cerca de 54 mil embalagens de medicamentos ilegais

O Infarmed e a Autoridade Tributária apreenderam cerca de 54 mil embalagens de medicamentos ilegais

© Mohamed Nureldin Abdallah / RA notícia é avançada pelo Jornal de Notícias. Nos últimos três anos o Infarmed e a Autoridade Tributária apreenderam cerca de 54 mil embalagens. Os remédios são normalmente comprados através da Internet, utilizada por redes mafiosas para chegar aos consumidores. O jornal avança que, de acordo com a Base de Dados Nacional de Notificações de Reações Adversas e Medicamentos, em Portugal não foi identificado nenhum caso de morte após a ingestão dessas substâncias.

Trata-se, segundo um comunicado hoje divulgado, de comparticipações de medicamentos não genéricos (de marca) com um preço 20 por cento superior a alternativas terapêuticas para os mesmos fins e que também não são genéricas.

"Esta reavaliação poderá implicar a descomparticipação destes medicamentos, a menos que os laboratórios que os disponibilizam ajustem os preços até este limite", avisa o INFARMED.

A reavaliação, frisa, vai permitir uma "poupança total de 35,2 milhões de euros por ano, dos quais 21,3 milhões só para os utentes".

Da lista de medicamentos abrangidos fazem parte analgésicos, antidepressivos, antibióticos ou fármacos destinados a doenças cardiovasculares, explica-se ainda no comunicado, no qual se acrescenta que a medida já foi comunicada ao setor e que está prevista no decreto-lei 97/2015.

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