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Petição pela escola pública já tem assinaturas necessárias para discussão no Parlamento

A petição lançada na segunda-feira pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof) em defesa da escola pública recolheu mais do dobro das assinaturas necessárias para ser discutida em plenário na Assembleia da República.

De acordo com os números hoje divulgados pela estrutura sindical, o documento está a ser subscrito ao ritmo de duas pessoas por minuto, totalizando a meio da tarde de terça-feira 2.400 subscrições na internet e 8.326 em papel.

"O desafio é que esta seja uma das maiores petições de sempre", afirma a FENPROF em comunicado.

A petição destina-se a impedir o financiamento de colégios privados em zonas onde há oferta da rede pública escolar, bem como exigir as mesmas condições de trabalho para os docentes do setor público e privado. Rejeita igualmente as acusações que ponham em causa a qualidade do ensino público.

A recolha de assinaturas vai continuar online, em bancas de rua, em órgãos autárquicos e junto de movimentos associativos em todo o país.

Entre os primeiros subscritores estão os músicos Sérgio Godinho, Fausto e Pedro Abrunhosa, o poeta Manuel Alegre, a autarca Helena Roseta, a historiadora Raquel Varela e o catedrático Santana Castilho.

A petição é igualmente assinada pelos presidentes das duas associações de diretores escolares, Filinto Lima (ANDAEP) e Manuel Pereira (ANDE).

O Ministério da Educação e a Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) reúnem-se hoje ao final da tarde, em Lisboa, para discutir o futuro dos contratos de associação financiados pelo Estado.

Lusa

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