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Passos Coelho diz que "quem manda é o PCP e o BE"

Passos Coelho diz que "quem manda é o PCP e o BE"

O líder do PSD diz que quem manda no governo é o PCP e o Bloco de Esquerda.Ontem à noite, num jantar em Gaia, Pedro Passos Coelho disse que essa é a razão para os investidores estrangeiros não apostarem em Portugal.

  • Passos diz que fim dos contratos de associação é "embirração" do PCP e do BE
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    País

    Pedro Passos Coelho diz que quem manda no PS é o Bloco de Esquerda e que o fim dos contratos de associação nasceu de uma "embirração" do PCP e do Bloco. Em Vila Meã, no concelho de Amarante, o Presidente do PSD defendeu que o Estado não tem capacidade para receber os alunos que agora estão no privado e acredita que a medida vai gerar desemprego.

  • Passos diz que 35 horas "é uma decisão política errada"
    0:44

    País

    Pedro Passos Coelho considera que a decisão de voltar às 35 horas de trabalho na função pública não é inconstitucional, como defende Luís Marques Mendes. Ainda assim, o presidente do PSD diz que a opção do Governo é um erro político que não devia avançar nesta altura.

  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
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    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Sondagem prevê vitória de Basílio em Sintra e de Bernardino em Loures
    3:03
  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.