sicnot

Perfil

País

Bebé de quatro meses morre dentro de carro na localidade de Várzea em Felgueiras

Um bebé de quatro meses de vida morreu hoje dentro de um carro na freguesia de Várzea, Felgueiras (Porto) e as causas ainda são desconhecidas, disse à Lusa o comandante dos Bombeiros Voluntários de Felgueiras.

O bebé, de sexo masculino, e que faria cinco meses no próximo dia 13 de junho, estava em paragem cardiorrespiratória quando os Bombeiros Voluntários de Felgueiras chegaram ao local, disse à Lusa Júlio Pereira, comandante daquela corporação, referindo que o alerta da ocorrência foi registado às 14.52 pelo CODU (Centros de Orientação de Doentes Urgentes).

O bebé estava dentro de um automóvel com a sua avó enquanto a mãe tinha ido ao cabeleireiro, adiantou a mesma fonte e terá sido a avó a pedir ajuda para o neto.

Os bombeiros realizaram as primeiras manobras de salvamento durante vários minutos, depois chegou a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Guimarães que executou as manobras de suporte de vida, mas o bebé "foi declarado morto no local", contou o comandante, referindo que o corpo foi levado para a morgue do Hospital de Guimarães que e que só a autópsia explicará a causa da morte.

Lusa

  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.