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Conselho Superior de Defesa discute cimeira da NATO e missões internacionais

O Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) reúne-se hoje no Palácio de Belém, pelas 15:00, com os resultados da cimeira da NATO e o ponto da situação sobre as Forças Nacionais Destacadas na agenda.

O Conselho Superior de Defesa Nacional fará o ponto da situação sobre as missões internacionais atuais e as que estão previstas para o segundo semestre do ano, incluindo o envio de uma força do Exército para a República Centro Africana, disse à Lusa fonte da Defesa.

Em maio passado, na sua primeira visita ao Exército, o Presidente da República, afirmou que o ramo "é essencial às Forças Armadas" e avançou que "vai estar ainda mais envolvido em missões internacionais".

Marcelo Rebelo de Sousa adiantou que o CSDN iria, em julho, "continuar a analisar a perspetiva de missões que estão pendentes".

O envio de forças portuguesas para a República Centro Africana obteve o parecer favorável do Conselho Superior de Defesa Nacional, a 24 de março passado.

A participação portuguesa, uma unidade terrestre de escalão companhia de infantaria, composta por 149 militares, decorrerá no quadro da missão de manutenção de paz da ONU (MINUSCA).

Entre os meios materiais que a força portuguesa levará para a RCA destacam-se uma viatura tática blindada de transporte de pessoal e uma viatura tática ligeira de assalto com elevado poder de fogo em 360 graus.

As conclusões da cimeira da NATO, que se realizou em Varsóvia nos dias 8 e 9 de julho, também deverão ser analisadas no CSND.

No último dia dos trabalhos, o primeiro-ministro, António Costa, confirmou que Portugal continuará a dispensar uma verba, para esta missão da NATO, de um milhão de euros por ano até 2020.

O primeiro-ministro considerou que foram cumpridos os três objetivos da cimeira: "O reforço da defesa e dissuasão coletiva", nomeadamente nas decisões sobre o leste europeu, "empenhar a projeção da estabilidade no flanco sul", e o "reforço da cooperação com a União Europeia", para a criação de uma operação marítima no mar Mediterrâneo central.

Quanto à Rússia, o chefe do executivo regozijou-se pelo apoio dado à posição portuguesa de manter uma "relação equilibrada, assente na dissuasão, mas também no diálogo político".

Lusa

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