sicnot

Perfil

País

Proteção civil alerta para o calor nos próximos dias

© Nacho Doce / Reuters

Depois da Direção-Geral de Saúde, também a Autoridade Nacional de Proteção Civil emitiu um aviso à população devido à previsão de altas temperaturas. Apela a "comportamentos de precaução" para evitar incêndios e efeitos do calor na saúde.

O aviso da ANPC surge na sequência da informação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que prevê, a partir hoje e, pelo menos, até à próxima terça-feira, "uma subida considerável de temperaturas, em especial da máxima, atingindo valores entre os 32º C e os 42ºC, na generalidade do território".

Face a esta previsão, o índice de risco de incêndio mantém-se em níveis elevado e muito elevado, em especial nas regiões do interior norte e centro, Vale do Tejo e Algarve.

Prevê-se também "um agravamento generalizado e um alargamento para o litoral, durante o fim de semana, reunindo condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios florestais", refere a Proteção Civil em comunicado.

A ANPC recorda ainda que o calor pode ter efeitos sobre a saúde, sobretudo nas populações mais vulneráveis (crianças, idosos e doentes crónicos)

Para minimizar as consequências desta situação, a Proteção Civil (ANPC) recomenda "a todos os cidadãos a adoção de comportamentos de precaução que evitem os incêndios florestais e os efeitos do calor na saúde".

No comunicado, a ANPC lembra que, nesta altura do ano, não é permitido realizar queimadas, fogueiras para recreio ou lazer nos espaços rurais, nem utilizar equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confeção de alimentos.

Outros comportamentos proibidos são "queimar matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes", lançar foguetes, fumar ou fazer lume nos espaços florestais e vias que os circundem.

Na realização de trabalhos agrícolas e florestais, a Proteção civil aconselha os agricultores a manterem as máquinas e os equipamentos limpos de óleos e poeiras e a abastecer as máquinas a frio num local com pouca vegetação.

Apela ainda aos portugueses para que tenham "cuidado com as faíscas durante o seu manuseamento", evitando a sua utilização nos períodos de maior calor.

Lusa

  • Oceanário de Lisboa dá formação sobre impacto da acumulação de plásticos nos oceanos
    2:37