sicnot

Perfil

País

Suspeito de atear fogo em Braga foi condenado pelo mesmo crime em maio

O Tribunal de Braga colocou em liberdade o presumível incendiário do fogo que na madrugada de domingo ocorreu nos arredores da cidade. O suspeito será responsável por 50 hectares de floresta ardida.

O homem terá deambulado de carro por vários locais e, segundo a Polícia Judiciária, ateou fogo a um monte com um cigarro.

Em maio, foi julgado e condenado pelo mesmo crime e na mesma zona. Contudo, na altura, ficou com pena suspensa por um ano e meio.

O homem está ainda indiciado pela autoria de vários incêndios em ecopontos de Braga, ocorridos em 2015.

Depois de ser ouvido pelo juiz de instrução, o suspeito saiu em liberdade com a obrigação de se apresentar todos os dias às autoridades e ficou ainda de apresentar uma prova de que está a fazer tratamento psiquiátrico.

Nas últimas 24 horas a PJ deteve três suspeitos de atear fogo, um deles o presumível autor do incêndio do Funchal.

  • Passos explica porque se sentiu irritado com Costa
    0:42

    Economia

    Depois das imagens em que surgiu visivelmente irritado com António Costa, no último debate quinzenal, Passos Coelho veio agora explicar porquê. Na discussão com o primeiro-ministro, o líder do PSD não gostou que Costa tivesse insinuado que a fuga de 10 mil milhões de euros para offshores tenha ocorrido por inação do Governo anterior.

  • Ferro Rodrigues desvaloriza críticas do CDS
    3:24

    Caso CGD

    Marcelo Rebelo de Sousa fez questão de receber em público Ferro Rodrigues antes de um almoço com o Presidente da Assembleia da República. O Presidente também recebeu a representante do CDS-PP, Assunção Cristas, que foi apresentar queixa de Ferro Rodrigues e da maioria de esqueda em relação à comissão de inquérito da Caixa Geral de Depósitos. Ferro Rodrigues desvalorizou as críticas de que foi alvo.

  • Regime de Pyongyang nega envolvimento na morte de Kim Jong-nam 
    1:53

    Mundo

    A polícia da Malásia diz que o irmão do líder da Coreia do Norte foi morto com uma arma química. Os investigadores encontraram vestígios de gás VX no corpo de Kim Jong-nam, um gás letal proibido pelas convenções internacionais. O Governo da Coreia do Sul pediu esta sexta-feira ao regime de Pyongyang que admita que está por detrás da morte de Kim Jong-nam mas o mesmo já veio negar o envolvimento no assassinato.