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Secretária de Estado do Turismo destaca "completa normalidade" do setor na Madeira

A secretária de Estado do Turismo disse esta quinta-feira, no Funchal, que as entidades públicas e privadas ligadas ao setor turístico vão promover um "conjunto de medidas" para mostrar ao mundo que a situação na Madeira é de "completa normalidade".

Ana Mendes Godinho reuniu-se esta tarde com o secretário regional da Economia, Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, e com um grupo de hoteleiros madeirenses para avaliar o impacto dos incêndios no destino Madeira.

"Eu tive a oportunidade de verificar que, vindo do aeroporto até aqui [centro do Funchal], se não soubesse o que tinha acontecido, não tinha dado por nada", salientou a secretária de Estado, sublinhando que todos devem trabalhar em conjunto para passar a mensagem de que este é um "destino completamente normalizado".

Ana Mendes Godinho enfatizou, por outro lado, a capacidade de resiliência das instituições, dos empresários, dos trabalhadores e da população em geral face aos fogos devastadores que deflagraram na segunda-feira em diversos pontos da ilha, afetando particularmente o concelho do Funchal. Esta tarde, persistem alguns focos de incêndio.

O secretário regional da Economia, Turismo e Cultura confirmou, por seu lado, que, perante o acontecimento, existiram cancelamentos de "pequeníssima expressão" e assegurou que o índice de cancelamentos de novas reservas é "quase nulo".

"O que surpreende bastante é as pessoas se terem mantido, terem compreendido o problema, estarem confiantes nas autoridades e no sector em si", afirmou Eduardo Jesus.

O governante anunciou que a comunicação para o exterior vai ser intensificada no sentido de demonstrar a normalidade do setor turístico e, por outro lado, vai ser criada uma linha direta de apoio à reconstrução das áreas relacionadas com o turismo.

Os fogos obrigaram à retirada de centenas de pessoas de habitações, hospitais, lares e hotéis.

Só no concelho do Funchal, os danos em 208 edifícios públicos e privados estão estimados em 55 milhões de euros.

Lusa

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