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Tribunal adia leitura da decisão do caso das secretas para 11 de novembro

O tribunal adiou para 11 de novembro a leitura da decisão do caso das secretas, no qual é arguido o ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) Jorge Silva Carvalho, entre outros.

A juíza-presidente Rosa Brandão tinha inicialmente marcado para 19 de setembro a leitura do acórdão, mas na quinta-feira adiou sessão, alegando que tem de proferir um acórdão num processo urgente, de especial complexidade com arguidos presos.

Violação de segredo de Estado, acesso ilegítimo a dados pessoais, abuso de poder e corrupção ativa e passiva para ato ilícito são os crimes em causa no "caso das secretas", relacionado com o acesso indevido a dados de tráfego/comunicações do jornalista Nuno Simas, que noticiou problemas nas Secretas no jornal Público.

Jorge Silva Carvalho e o ex-funcionário do Sistema de Informações e Segurança (SIS) e ex-elemento do SIED João Luis estão pronunciados por acesso ilegítimo agravado, em concurso com um crime de acesso indevido a dados pessoais e por abuso de poder.

O "ex-espião" foi ainda pronunciado por violação de segredo de Estado e por corrupção passiva para ato ilícito.

São também arguidos neste processo, Nuno Dias, ex-funcionário do SIS, a ex-operadora da Optimus Gisela Teixeira e o presidente da Ongoing, Nuno Vasconcelos, este último acusado de corrupção num caso relacionado com uma alegada troca de favores, na contratação de Silva Carvalho, para aquele grupo de investimentos.

Lusa

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