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Grandes fogos deverão ficar resolvidos este sábado, diz Proteção Civil

Os cinco grandes incêndios que ainda estão ativos deverão "ficar resolvidos" até à manhã de sábado, mas o estado de 'Alerta Laranja' mantém-se até 15 de agosto, anunciou esta sexta-feira o comandante operacional nacional da Proteção Civil.

"Até ao próximo dia 15 de agosto, o estado de prontidão vai manter-se ao nível em que está", anunciou hoje o comandante da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), José Manuel Moura, explicando que é nessa altura que, segundo as previsões, as condições meteorológicas "vão dar algumas tréguas".

Assim, o país vai continuar em 'Alerta Laranja', o segundo mais grave de uma escala de quatro, mas José Manuel Moura acredita que nas próximas horas a situação deverá melhorar, havendo nesta noite cinco incêndios ativos que preocupam a ANPC.

"Três têm muito potencial para ficar resolvidos até à meia-noite", disse José Manuel Moura, referindo-se aos fogos em Santo Tirso (no distrito do Porto), Vila Real (em Mondim de Bastos) e Resende (Viseu).

Neste momento, apenas os dois incêndios do distrito de Aveiro -- em Águeda e Sever de Vouga - continuam a ser "uma preocupação", resumiu.

Os fogos de Águeda e Sever de Vouga "deverão dar algum trabalho durante a noite, mas durante a próxima manhã acredito que estarão resolvidos", vaticinou.

"Em Viana de Castelo conseguimos eliminar todos as situações que aconteciam naquele distrito", disse, acrescentando que poucos minutos depois das oito da noite também o incêndio de Arouca "acabou por ficar dominado".

Entre a meia-noite e as 20:00 de hoje, a Proteção Civil registou 260 ocorrências em Portugal continental, que obrigaram à mobilização de 4.600 homens, 1.200 meios de apoio e 87 missões com meios aéreos. Foi ainda preciso mobilizar 31 grupos de reforço, enviados para o norte do país.

O comandante tem esperança de não vir a precisar dos dois aviões russos 'Beriev', que chegam esta madrugada a Portugal e que têm muito mais capacidade para transportar água do que os 'Cannadair'.

"O ideal era que viessem e não fosse necessário usá-los nos teatros de operações", concluiu.

Lusa

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