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Catarina Martins defende gestão coletiva das florestas

Catarina Martins defende gestão coletiva das florestas

Catarina Martins visitou, esta terça-feira, uma das aldeias de Arouca afetada pelos incêndios. A coordenadora do Bloco de Esquerda defendeu uma gestão coletiva da floresta, mas falou também sobre a entrevista de domingo, ao Jornal Público, em que disse que todos os dias se arrependia da criação da "Geringonça". À chegada, Catarina Martins teve um encontro inesperado com António Guterres.

  • Catarina Martins arrepende-se todos os dias da "geringonça"
    2:50

    País

    Catarina Martins diz que todos os dias se arrepende de fazer parte da "geringonça". As declarações foram feitas no mesmo dia em que Jerónimo de Sousa aponta limitações e avisa que a durabilidade do Governo depende da resposta do PS às reivindicações dos trabalhadores.

  • Catarina Martins diz-se arrependida com a "criação da geringonça"
    2:25

    País

    Catarina Martins diz que todos os dias se arrepende da "criação da geringonça". Em entrevista ao jornal Público, a coordenadora do Bloco de Esquerda diz no entanto que vai lutar contra as limitações, enquanto os objetivos traçados forem sendo cumpridos. Já ontem, a líder do Bloco de Esquerda tinha avisado o Governo que o partido está contra qualquer alteração legislativa para servir interesses, na administração da Caixa Geral de Depósitos.

  • Incêndio de Setúbal "quase dominado"
    4:04

    País

    O incêndio que deflagrou segunda-feira em Setúbal está "quase dominado", segundo informações da presidente da Câmara. Maria das Dores Meira diz que não há feridos a registar e que os habitantes já vão regressando a casa. Para ajudar no combate ao fogo foram enviados meios de Lisboa.

  • "Lancei um tema que os portugueses há muito queriam discutir"
    11:26
  • Danos Colaterais 
    18:55
    Reportagem Especial

    Reportagem Especial

    Jornal da Noite

    Nos últimos oito anos a banca perdeu 12 mil profissionais. A dimensão de despedimentos no setor é a segunda maior da economia portuguesa, só ultrapassada pela construção civil. A etapa mais complexa da história começou em 2008, com a nacionalização do BPN. Desde então, as saídas têm sido a regra. A reportagem especial desta terça-feira, "Danos Colaterais", dá voz aos despedidos da banca.