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Catarina Martins defende gestão coletiva das florestas

Catarina Martins defende gestão coletiva das florestas

Catarina Martins visitou, esta terça-feira, uma das aldeias de Arouca afetada pelos incêndios. A coordenadora do Bloco de Esquerda defendeu uma gestão coletiva da floresta, mas falou também sobre a entrevista de domingo, ao Jornal Público, em que disse que todos os dias se arrependia da criação da "Geringonça". À chegada, Catarina Martins teve um encontro inesperado com António Guterres.

  • Catarina Martins arrepende-se todos os dias da "geringonça"
    2:50

    País

    Catarina Martins diz que todos os dias se arrepende de fazer parte da "geringonça". As declarações foram feitas no mesmo dia em que Jerónimo de Sousa aponta limitações e avisa que a durabilidade do Governo depende da resposta do PS às reivindicações dos trabalhadores.

  • Catarina Martins diz-se arrependida com a "criação da geringonça"
    2:25

    País

    Catarina Martins diz que todos os dias se arrepende da "criação da geringonça". Em entrevista ao jornal Público, a coordenadora do Bloco de Esquerda diz no entanto que vai lutar contra as limitações, enquanto os objetivos traçados forem sendo cumpridos. Já ontem, a líder do Bloco de Esquerda tinha avisado o Governo que o partido está contra qualquer alteração legislativa para servir interesses, na administração da Caixa Geral de Depósitos.

  • Curiosidades sobre o Mundial da Rússia
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  • Inocência e talento marcaram o 9.º dia de Mundial
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  • O choro intenso de Neymar explicado pelo próprio
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  • Dia de limpezas em Chaves após violenta tempestade
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  • Athanasia, uma mulher sem medo das alturas
    0:35

    Mundo

    É grega, chama-se Athanasia Athineau, tem 29 anos e pertence à unidade de forças especiais da Grécia. O salto que podemos ver é de 10 mil pés, mas Athanasia faz também saltos de 30 mil. Neste caso, caíu a uma velocidade de 250 quilómetros por hora antes de abrir o pára-quedas.

  • Talheres de Hitler vendidos por 14 mil euros

    Mundo

    Um conjunto de duas facas, três colheres e três garfos de prata, que pertencia a Adolf Hitler, foi vendido em Dorset, Inglaterra, pelo valor de 12.500 libras (aproximadamente 14.200 euros). O serviço de talheres foi criado no âmbito das celebrações do 50.º aniversário do ditador nazi.

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