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PCP reitera apoio à luta dos assistentes dos portos e aeroportos

O PCP reiterou esta quinta-feira o apoio à luta dos assistentes dos portos e aeroportos, sublinhando que se trata de um setor onde impera a precariedade e os baixos salários, com "uma degradação preocupante das condições de trabalho".

"A segurança dos 40 milhões de passageiros que passam anualmente pelos aeroportos nacionais depende de trabalhadores que sobrevivem com baixos salários, com horários e cargas de trabalho desumanos, que não têm hora, nem meia hora de refeição, que não têm balneários para se fardar (...), que enfrentam situações inaceitáveis na saúde, higiene e segurança no trabalho", afirmou o deputado do PCP Bruno Dias.

Numa declaração política na comissão permanente da Assembleia da República, que se realizou esta tarde, o deputado comunista sublinhou que os assistentes dos portos e aeroportos desempenham uma "atividade central" para o funcionamento da aviação civil, lamentando que sejam "vítimas das multinacionais a quem o Estado português entregou a atividade aeroportuária em concessão".

"É um setor onde impera a precariedade e os baixos salários, com um degradação preocupante das condições de trabalho", vincou.

Estes trabalhadores, insistiu, exigem "apenas o que é justo", nomeadamente a negociação de um contrato coletivo, com a criação de uma carreira profissional, balneários e salas de descanso, exames médicos.

Lusa

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