sicnot

Perfil

País

Continuam hospitalizados três militares do curso de Comandos

Três militares do curso de Comandos continuam hospitalizados, estando um deles com prognóstico reservado e os outros dois estáveis, informou esta sexta-feira o Exército.

Numa nota de atualização da situação clínica dos militares do 127.º curso de Comandos, o Exército adianta que o soldado Dylan Araújo da Silva continua internado no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, mantendo comprometimento da função hepática e com prognóstico reservado.

Na sequência de um treino dos Comandos, um militar morreu devido a "um golpe de calor" e diversos outros receberam assistência hospitalar, estando ainda internados três militares: no Curry Cabral e dois na Unidade de Tratamentos Intensivos do Hospital das Forças Armadas.

Depois destes incidentes, o ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, anunciou a suspensão dos próximos cursos de Comandos do Exército até ao final do inquérito à morte do militar Hugo Abreu.

Na nota, o Exército refere que permanecem hospitalizados dois militares na Unidade de Tratamentos Intensivos, que se mantêm estáveis, sem agravamento clínico e analítico.

O Exército indica ainda que, nas últimas 24 horas, não houve qualquer internamento e dois militares que estavam internados no Hospital das Forças Armadas receberam alta.

Os incidentes ocorreram ambos na região de Alcochete, no distrito de Setúbal, embora em locais diferentes.

O chefe do Estado-Maior do Exército ordenou um inquérito para apurar as causas em que o "trágico acontecimento ocorreu", tendo a Polícia Judiciária militar tomado conta da ocorrência.

A Procuradoria-Geral da República confirmou à Lusa a existência de um inquérito sobre a morte do militar, "o qual corre termos no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa".

Lusa

  • Catalunha vs Espanha
    29:35

    Grande Reportagem SIC

    2017 ficará como o ano da Catalunha e de como a região espanhola foi falada em todo o mundo, por causa do grito de independência que não aconteceu. O jornalista Henrique Cymerman esteve na Catalunha e foi um dos poucos repórteres do mundo que conseguiu chegar ao esconderijo do presidente demissionário do Governo catalão, Carles Puigdemont, em Bruxelas.