sicnot

Perfil

País

Costa diz que aumento de colocações no ensino superior é a "morte do modelo" da direita

O primeiro-ministro afirmou este domingo que o aumento de colocações no ensino superior registado este ano representa a "morte do modelo de desenvolvimento" sem "direitos, salários e Estado Social" que a "direita quis impor" e constitui um sinal de confiança.

Em Braga, perante uma plateia de jovens numa iniciativa que marcou a rentrée política da Juventude Socialista e onde salientou que o ano escolar arrancou com normalidade, António Costa admitiu que o aumento de matrículas no ensino superior é também uma "enorme responsabilidade" para o Governo.

"O aumento do número de alunos no ensino superior representa a morte do modelo de desenvolvimento que a direita quis impor neste pais, de um país sem salários, sem direitos e sem Estado Social", afirmou.

Para o líder do Governo, o aumento de colocações é também um "sinal de confiança no futuro, de que vale a pena aprender", porque, disse, "aprendendo sabe-se não só mais, como o país pode crescer mais".

"É a esses (alunos) que temos que responder, quando acabarem a licenciatura ou segundo ciclo, que valeu apena este esforço e que o país que têm é um país que não os empurra para a emigração, mas é um país que está de braços abertos para eles", justificou.

Ainda focado na Educação, o também secretário-geral do PS congratulou-se pelo início do ano escolar a "tempo e horas" e "sem trapalhadas" e ainda pela "normalidade do funcionamento das instituições".

Segundo o governante, este foi o primeiro ano em que não houve algum "conflito institucional" em relação à constitucionalidade de qualquer legislação.

"(Sublinho) uma coisa que em condições normais nem devia ser novidade: é que este ano o novo ano escolar está a abrir a tempo e horas e com total normalidade. Não temos nem as trapalhadas de 2014 nem os adiamentos para fingir que não havia trapalhadas em 2015", disse.

"Em 2016 o ano escolar abre normalmente sem trapalhadas", acrescentou.

Aliás, segundo o primeiro-ministro, "devolver a normalidade" ao país, baseada no respeito e cumprimento da Constituição da República Portuguesa, era uma das missões do seu Governo.

A 1.ª fase do concurso de acesso ao ensino superior público colocou 42.958 novos alunos nas universidades e politécnicos, um aumento de 2,1% em relação à mesma fase, em 2015, segundo dados da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES).

Lusa

  • Aeroporto Cristiano Ronaldo? Nem todos os madeirenses estão de acordo
    2:21
  • Fatura da água a dobrar
    2:26

    Economia

    Desde o início do ano que a população de Celorico de Basto está a receber duas faturas da água para pagar. Tanto a Câmara como a Águas do Norte reclamam o direito a cobrar pelo serviço. Contactada pela SIC, a Entidade Reguladora esclarece que o município não pode emitir faturas e tem de devolver o dinheiro.

  • Vala comum com 6 mil corpos em Mossul
    1:43

    Daesh

    Há suspeitas de que o Daesh tenha criado uma vala comum com cerca de seis mil corpos a sul de Mossul, no Iraque. A área em redor estará minada. A revelação é de uma equipa de reportagem da televisão britânica Sky News.

  • A menina que os pais queriam chamar "Allah"

    Mundo

    ZalyKha Graceful Lorraina Allah tem 22 meses, anda não sabe ler nem escrever mas já está no centro de um processo judicial contra o Estado da Georgia, nos EUA. Os pais, Elizabeth Handy e Bilal Walk, apoiados por uma ONG, exigem na justiça que o nome seja reconhecido na certidão de nascimento para que a criança possa ser inscrita na escola, na segurança social ou nos registos e notoriado. O casal já tem um filho de 3 anos que se chama Masterful Mosirah Aly Allah.