sicnot

Perfil

País

PJ deteve dois alegados incendiários, um ficou em prisão preventiva

Um homem de 49 anos vai aguardar julgamento em prisão preventiva por suspeita de ter ateado um incêndio florestal, no passado dia 01, em S. Miguel da Pena, Vila Real, anunciou hoje a Polícia Judiciária.

Em comunicado, a PJ dá também conta da detenção de um outro homem suspeito do mesmo tipo de crime, mas em Valpaços, Vila Real, referindo que em ambas as detenções contou com a colaboração da GNR.

De acordo com a PJ, no caso de S. Miguel da Pena, o incêndio, que deflagrou cerca das 21:00, do dia 01 de Setembro, colocou em perigo área florestal e agrícola que apenas não foram consumidas devido à rápida intervenção dos meios de combate, designadamente dos bombeiros e populares.

Segundo a Unidade Local de Investigação Criminal da PJ de Vila Real, o segundo detido terá ateado domingo um incêndio em área florestal, em Serapicos, Valpaços.

Segundo disse domingo à agência Lusa fonte do Comando Nacional da GNR, o suspeito terá usado um isqueiro para atear um fogo que deflagrou no concelho de Valpaços, e que chegou a ganhar ainda "alguma dimensão".

Um helicóptero chegou a ser mobilizado para o combate deste incêndio, que acabou por ser extinto no domingo, disse a mesma fonte.

O detido, pastor, vai ser presente a interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

No corrente ano a Polícia Judiciária já identificou e deteve 69 pessoas pela autoria do crime de incêndio florestal.

Lusa

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.