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"A posição do Bloco não mudou"

"A posição do Bloco não mudou"

Catarina Martins diz que não é por causa da devolução de rendimentos que a economia portuguesa não está melhor. A líder do Bloco de Esquerda insiste no aumento das pensões e salários no orçamento do próximo ano. Na entrevista ao Jornal da Noite da SIC, revelou que as negociações com o Governo seguem e que não têm sido fáceis.

  • A entrevista a Catarina Martins
    25:01

    País

    Catarina Martins garante que o Bloco de Esquerda não apoia perdões fiscais e exige que Portugal tenha um posicionamento diferente em relação à Europa. A coordenadora do BE diz que o partido está a trabalhar de forma sólida e gradual com o Governo mas admite que gostaria de fossem dados passos muito maiores. Depois de Pedro Passos Coelho, esta foi a segunda entrevista a líderes partidários no Jornal da Noite. A próxima entrevistada é a presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, na próxima quarta-feira.

  • Entrevista de Catarina Martins em análise
    10:04

    Opinião

    Bernardo Ferrão e Pedro Marques Lopes estiveram na Edição da Noite para analisar a entrevista de Catarina Martins à SIC marcada pelo perdão fiscal, o aumento de pensões, o sigilo bancário e imposto sobre o património.

  • Passos acusa Governo de "sacudir água do capote"

    País

    O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, acusou este sábado o Governo de "sacudir a água do capote" para não assumir a responsabilidade pelo que está a ser decidido, usando uma política de comunicação que considerou ser um "embuste".

  • Quase 200 polícias solidários com agentes acusados
    2:29

    País

    Perto de 200 polícias manifestaram-se este sábado na sede da PSP em Alfragide, em solidariedade com os 18 agentes acusados no processo Cova da Moura. O Sindicato Nacional de Polícia associou-se ao protesto e diz existir um aproveitamento político do caso.

  • Polícias ameaçam com protestos no arranque do campeonato
    1:24

    País

    Os agentes da PSP ameaçam boicotar a presença nos jogos do campeonato da Primeira e Segunda ligas que começam em 15 dias. Os agentes colocam em causa o atual modelo de policiamento no futebol, que faz com que muitos dos profissionais da PSP trabalhem sem remuneração em dia de folga.