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"Nós não vamos sair daqui"

Centenas de taxistas mantêm-se concentrados, bloqueando o acesso ao Aeroporto de Lisboa desde o final da manhã. Terminou sem acordo a reunião entre representantes do setor do táxi e o ministro do Ambiente. Acompanhe em direto a emissão da SIC Notícias.

Última atualização às 17:26

Há vários reboques da polícia junto ao local onde estão os taxistas, o que indicia que as autoridades poderão tentar desbloquear a Rotunda do Relógio. Face às movimentações da PSP, vários taxistas encostaram os seus veículos uns aos outros para dificultar um eventual rebocamento.

A fixação de contigentes e a paragem das plataformas Uber e Cabify, enquanto não forem regulamentadas, são os principais pontos da discórdia com o Governo. Os representantes das associações representativas do setor do táxi garantem que não arredam pé do aeroporto enquanto as duas questões não forem revistas.

A ANTRAL promete continuar o protesto por tempo indeterminado. Após uma reunião com o ministro do Ambiente, Florêncio Almeida exige um compromisso do Governo, nomeadamente quanto ao contingente que será autorizado.

Por sua vez, o presidente da Federação Portuguesa do Táxi, Carlos Ramos, defende a descaracterização de viaturas já existentes em Lisboa, para que possam trabalhar em conjunto com as plataformas da Uber e da Cabify.

Foi uma "reunião produtiva", mas o ministro do Ambiente fala em "divergência profunda" entre o Governo e os representantes dos taxistas. João Pedro Matos Fernandes falava aos jornalistas em conferência de imprensa após ter recebido a ANTRAL e a Federação Portuguesa do Táxi, na sequência do protesto desta manhã.

Florêncio Almeida, da ANTRAL, e Carlos Ramos, da Federação Portuguesa do Táxi, saíram do Ministério do Ambiente por volta das 15:30, três horas depois de lá terem entrado.

Os taxistas estão a impedir a saída de veículos, supostamente da Uber, do aeroporto de Lisboa para a Segunda Circular, encontrando-se no local vários elementos do corpo de intervenção da PSP. De manhã, um carro foi vandalizado.

A reunião no Ministério do Ambiente foi marcada no seguimento dos incidentes entre taxistas e PSP ocorridos junto à Rotunda do Relógio.

Um grupo de taxistas bloqueou o acesso ao Aeroporto de Lisboa, perto das 11:00, registando-se alguns confrontos. A presença do Corpo de Intervenção foi reforçada no local.

Depois de uma paragem no Aeroporto de Lisboa, os taxistas tinham retomado a marcha, que se previa seguir rumo ao centro da cidade.

Minutos antes, junto a um posto de combustível nas imediações do aeroporto, os taxistas tentaram impedir motoristas da Uber de levarem clientes. A PSP foi também obrigada a enviar reforços para o local.

Eram esperados mais de 6 mil taxistas na manifestação desta manhã, mas por agora são algumas centenas.

O protesto começou meia hora depois do inicialmente previsto, pelas 9:00, uma vez que a polícia começou a desviar os profissionais que chegavam do norte do país para o IC2, provocando atrasos na entrada dos motoristas em Lisboa.

Os taxistas concentraram-se ao início da manhã no Parque das Nações, em Lisboa, antes da marcha lenta em direção à Assembleia da República.

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O responsável pelo grupo de trabalho da Federação Portuguesa de Táxis, Eduardo Cascais, que se encontrava junto ao Campus da Justiça, no Parque das Nações, fez um apelo para que os manifestantes não respondam a qualquer "ato de violência" durante a marcha.

O percurso previsto:

a Praça José Queirós,
as avenidas Dr. Francisco Luís Gomes e de Berlim,
o Aeroporto de Lisboa,
a Rotunda do Relógio,
as avenidas Almirante Gago Coutinho e Estados Unidos da América,
o Campo Grande,
a Avenida da República,
o Saldanha,
o Marquês de Pombal,
os Restauradores,
o Rossio,
a Rua do Ouro,
o Campo das Cebolas (em substituição da Rua do Arsenal, em obras),
o Cais do Sodré,
a Avenida 24 de Julho
e as ruas D. Carlos I e de São Bento.

A Federação Portuguesa do Táxi diz que não está contra as novas plataformas de transportes de passageiros, como a Uber ou a Cabify, mas exige uma legalização com as mesma exigências dos taxistas.

O representante da Associação Nacional de Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) acredita que a manifestação vai decorrer pacificamente. José Domingos lamenta que os protestos causem impacto na vida dos portugueses.

Com Lusa

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