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Enfermeiros em greve

Os serviços de enfermagem nas unidades de saúde estão reduzidos a serviços mínimos, hoje e amanhã. Os enfermeiros exigem a reposição das 35 horas semanais e o pagamento das horas extraordinárias.

Os enfermeiros estão desde as 8:00 de hoje em greve em todo o país, uma paralisação que se repete sexta-feira para exigir, nomeadamente, a reposição das 35 horas de trabalho a todos os enfermeiros.

Os serviços de enfermagem nas unidades de saúde públicas estão reduzidos hoje e sexta-feira a serviços mínimos, o que deve afetar tratamentos, vacinas ou cirurgias programadas.

O Sindicato dos Enfermeiros (SEP), que convoca esta greve, luta pela aplicação das 35 horas para todos os enfermeiros, pela progressão na carreira, pelo pagamento a 100% das horas penosas e extraordinárias e pela admissão de mais enfermeiros.

Os sindicalistas dizem-se cansados das reuniões inconclusivas com a tutela e do arrastar da situação laboral dos enfermeiros, que consideram injusta e incomportável, além de julgarem que coloca em causa a segurança e qualidade dos serviços de saúde prestados.

Os enfermeiros exigem a reposição do valor integral das horas de qualidade e horas extraordinárias, "cujos cortes de 50% eram para vigorar apenas durante o plano de assistência financeiro".

Querem também o pagamento do trabalho extraordinário e incentivos aos enfermeiros que trabalham nas USF modelo B, "face àquilo que são os milhares de horas a mais por carência de enfermeiros".

O SEP exige ainda a "abertura imediata de concurso nacional para as ARS (Administrações Regionais de Saúde), com vista a admitir 2.000 enfermeiros e o aumento de contratação para os hospitais, e de 4.000 enfermeiros para 2017".

Atualizado às 8:57: corrige a hora de início da greve, que foi às 8:00 de hoje

Com Lusa

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