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PS diz que Guilherme Pinto foi um "incansável defensor de Matosinhos"

O PS considerou hoje que o presidente da Câmara de Matosinhos, Guilherme Pinto, que morreu na última madrugada, foi um "incansável defensor" do concelho e das suas gentes.

"Guilherme Pinto foi até ao fim um incansável defensor de Matosinhos e das suas gentes, movendo-se e batendo-se por essas causas inexpugnavelmente", lê-se numa nota da Direção Nacional do PS enviada à agência Lusa.

O PS refere na mesma nota que Guilherme Pinto, "socialista do coração, cumpriu um dos seus sonhos pouco antes do seu falecimento, voltar a ser militante do Partido Socialista".

"O Partido Socialista curva-se perante a sua memória e o seu legado de serviço ao povo de Matosinhos, legado que cabe a todos os socialistas e a todos os seus amigos saberem estar à altura", adianta a Direção Nacional.

Manifestando "profundo pesar pela morte do camarada Guilherme Pinto", o PS expressa, ainda, à sua família, amigos e camaradas "sentidas condolências neste momento difícil e de profunda perda".

O presidente da Câmara de Matosinhos, Guilherme Pinto, morreu hoje de madrugada, vítima de doença prolongada, informou o município.

"Guilherme Pinto morreu em casa, junto da família e de modo tranquilo, após mais de dois anos de luta contra a doença", lê-se no comunicado da autarquia, acrescentando que o velório decorre no salão nobre dos Paços do Concelho.

O autarca apresentou no início da semana o pedido de renúncia ao mandato, devido ao seu estado de saúde, uma decisão que produziria efeito a partir de 01 de fevereiro.

Na terça-feira, um dia depois de renunciar ao mandato (o terceiro que cumpria), Guilherme Pinto anunciou o seu regresso formal ao PS, que deixou em 2013 para apresentar uma candidatura autárquica independente com a qual venceu as eleições desse ano.

O regresso, explicou, surgiu "em sinal de agradecimento" pelo apoio recebido do partido, "sem trair o estatuto de independente com que se apresentou nas eleições autárquicas de 2013".

Guilherme Pinto apresentou também o pedido de demissão de diversos cargos que desempenhava, nomeadamente a presidência do Fórum Europeu de Segurança Urbana, a presidência do Conselho de Administração da Rede Europeia das Cidades e Escolas de Segunda Oportunidade e a presidência da Casa da Arquitetura.

Vice-presidente da Câmara de Matosinhos desde 2001, Guilherme Pinto apresentou, pelo Partido Socialista, a sua primeira candidatura à liderança da autarquia em julho de 2005, numa altura em que profundas clivagens haviam marcado o PS local.

Nas últimas eleições autárquicas, em 2013, concorreu como independente contra o líder da concelhia do PS e presidente da Junta de Freguesia de Matosinhos, António Parada, que também decidiu avançar.

Enquanto candidato independente, acabou por vencer por maioria absoluta as eleições de setembro de 2013, pondo fim àquele que era um bastião socialista há 37 anos.

Lusa

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