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Cerca de 20% dos portugueses não têm acesso a uma alimentação saudável

Em Portugal, cerca de 20% da população não tem acesso a uma alimentação saudável, a maioria por razões económicas. Um estudo da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa mostra também que quem come mal tem mais doenças crónicas. Nomedamente diabetes, depressão e doenças reumáticas. Consomem por isso mais recursos de saúde: são mais vezes internados e precisam de mais consultas médicas do que a população que tem uma alimentação saudável.

"Este é um problema sério de saúde pública", diz Helena Canhão, a investigadora principal do estudo, explicando que "as carências alimentares" têm grande impacto não só na saúde das pessoas como em todo o sistema nacional de saúde".


O estudo conclui também que é nas regiões dos Açores, Madeira e Algarve onde há maior percentagem de insegurança alimentar. Ou seja, uma menor adesão ao regime mediterrâneo: recorrem menos aos azeite como principal gordura utilizada, consomem menos frutas e hortícolas e preferem as carnes vermelhas e processadas.

O trabalho foi realizado em 2015 e 2016 e tem por base um inquérito nacional feito a 5.653 pessoas.

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