sicnot

Perfil

País

Sindicato da PSP realiza hoje "desfile de protesto"

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) realiza hoje "um desfile de protesto", em Lisboa, para exigir ao Governo que resolva com "a máxima urgência" os problemas essenciais do setor.

O "desfile de protesto", que se realiza às 18:00 entre Santos e São Bento, termina com a entrega de um documento reivindicativo na residência oficial do primeiro-ministro, do qual fazem parte as "questões essenciais" que afetam os polícias e a própria PSP, disse à agência Lusa o presidente da ASPP.

"É um documento que espelha as reivindicações e as preocupações", adiantou Paulo Rodrigues, sublinhando que há questões que têm que ser resolvidas "a curto prazo" e outras, como a falta de equipamentos, viaturas e condições nas instalações policiais, têm que ser solucionadas até ao final do ano.

O presidente do maior sindicato da PSP sublinhou que os polícias exigem ao Governo a conclusão dos concursos abertos em 2016 para todas as categorias, publicação da lista de antiguidades e da lista dos 800 profissionais que reúnem os requisitos para a pré-aposentação, além do descongelamento dos índices remuneratórios e a eliminação do fator de sustentabilidade a todos os aposentados.

Os polícias exigem também a "rápida homologação das avaliações de 2016", uma vez que o aumento dos dias de férias só se pode concretizar através desta via, e cumprimento do estatuto profissional.

"Estas questões estão a ser empurradas e basta vontade política", disse, sublinhando que os polícias exigem que Governo as solucione até junho, caso contrário novas ações de protestos vão realizar-se.

Paulo Rodrigues disse ainda que, até ao final do ano, o Governo tem que começar a solucionar os problemas relacionados com a atividade operacional da Polícia de Segurança Pública, como a falta de meios, equipamentos e viaturas.

O presidente da ASPP apontou ainda como problema da PSP "a grande falta de efetivo" e "a média de idade alta".O "desfile de protesto" da ASPP é a segunda ação de luta organizada por um sindicato de polícia esta semana.Na quarta-feira, o Sindicato Nacional da Carreira de Chefes da PSP realizou uma vigília em frente à direção nacional da polícia, em Lisboa, para chamar a atenção para a falta de meios e envelhecimento do efetivo.

Lusa

  • Tudo o que precisa saber sobre a moção de censura ao Governo

    País

    O Governo minoritário do PS enfrenta na terça-feira a sua primeira moção de censura, a 29.ª em 43 anos de democracia, mas PCP, BE e PEV já anunciaram que vai "chumbar" a iniciativa do CDS-PP. Esta é a sétima moção de censura apresentada pelo CDS-PP e a 29.ª a ser discutida na Assembleia da República. Os três partidos de esquerda que têm apoiado o executivo, PCP, BE e PEV, já anunciaram que votam contra. Com os votos do PS, a moção é chumbada.

  • Encontrado corpo de menina posta de castigo na rua pelo pai

    Mundo

    Sherin Mathews estava desaparecida desde o dia 7 de outubro. Este domingo a polícia do estado norte-americano do Texas encontrou o corpo de uma criança que acreditam ser a menina de três anos, desaparecida depois de o pai a colocar de castigo na rua, durante a madrugada.

    SIC

  • A cadela que desistiu da CIA para ir "perseguir esquilos e coelhos"

    Mundo

    Nem todos os cães têm aptidão para combater o crime. Este é o caso de Lulu, uma cadela que estava a treinar para ser agente da CIA, mas que acabou por entrar na reforma ainda durante os treinos. Através do Twitter, a agência norte-americana anunciou na semana passada que Lulu já não iria treinar mais e que tinha sido adotada pelo agente que a treinava.

    SIC

  • A história por detrás da fotografia que correu (e impressionou) o Mundo

    Mundo

    Depois dos incêndios da semana passada na Galiza, começou a circular na internet e nas redes sociais a imagem de uma cadela que alegadamente levava a sua cria carbonizada na boca. Contudo, a cadela é na verdade macho e chama-se Jacki. Esta é a história do cão que passou os dias após os fogos a recolher animais mortos para os enterrar num campo perto de uma igreja, em Coruxo, Vigo.

    SIC