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Greve de professores com serviços mínimos, dizem sindicatos

A greve dos professores agendada para 21 de junho terá serviços assegurados para garantir a realização de exames nacionais e provas de aferição, disseram hoje à agência Lusa fontes das federações sindicais

Esperava-se para hoje uma decisão da Comissão Arbitral, que decidiu estarem em causa necessidades sociais, essenciais e impreteríveis.

A informação foi transmitida à Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e à Federação Nacional da Educação (FNE), que convocaram a greve.

O secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, afirmou que a federação que dirige tinha "outra interpretação", mas frisou que os professores que não estiverem de serviço às provas e exames estarão em greve.A FNE vai emitir um comunicado ainda hoje e a Fenprof fará uma declaração pelas 15:00, em Coimbra.

Lusa

  • Fenprof desiste da greve se o Governo assumir compromissos
    1:55

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    A Fenprof desmente o ministro da Educação e garante que não está a ser feito qualquer esforço para travar a greve dos professores. O ministro tinha dito que está a dialogar com os sindicatos para resolver o problema. O líder da Fenprof avisa que a greve vai prejudicar os exames e só desiste se o Governo descongelar as carreiras dos professores e negociar a questão dos horários.

  • Fenprof mantém greve a 21 de junho
    0:47

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    A Fenprof nega estar em negociações com o Governo sobre a greve dos professores aos exames do ensino secundário e garante que a paralisação é para manter. O ministro da Educação disse estar em diálogo com os sindicatos mas Mário Nogueira desmente qualquer contacto desde que foi anunciado o pré-aviso de greve.

  • Nunca mais
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