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Marcelo destaca importância da participação de Portugal na NATO

Marcelo destaca importância da participação de Portugal na NATO

O Presidente da República destacou esta quarta-feira o empenhamento de Portugal nas missões da NATO, considerando importante que o país continue a assumir responsabilidades "nos esforços da comunidade internacional", ao nível da segurança.

"Poderá ainda parecer estranho para alguns, estando distantes da realidade, que as nossas Forças Armadas sejam empregues em teatros de operações aparentemente longínquos. No entanto, importa afirmar que é do interesse nacional que Portugal assuma as responsabilidades no esforços da comunidade internacional ao nível da segurança e da defesa", disse esta quarta-feira o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que discursava em Coimbra, durante a cerimónia militar de receção do 1.º Batalhão de Infantaria Mecanizado de Rodas e Encerramento do Teatro de Operações do Kosovo.

Segundo o chefe de Estado, "a paz é cada vez mais garantida" fora das fronteiras geográficas do país, sendo que a realidade "tem mostrado que uma situação de instabilidade, por muito distante que pareça, tem consequências nefastas, direta ou indiretamente, para todos".

Marcelo Rebelo de Sousa considerou que a participação portuguesa no Kosovo assumiu "relevância no quadro das operações de apoio à paz da Aliança Atlântica", realçando o empenhamento de Portugal "no contexto internacional".

"A participação de militares portugueses em operações de apoio à paz, no âmbito da NATO, tem trazido benefícios inegáveis", sublinhou.

De acordo com o Presidente da República, "é para todos evidente a importância de se manter uma participação e uma participação significativa neste tipo de missões", reafirmando o apoio "à intenção governativa de reforçar, no futuro próximo, o empenhamento na NATO, levando mais longe a colaboração" com os parceiros de Portugal.

Durante o discurso, Marcelo Rebelo de Sousa vincou ainda a importância das Forças Armadas como "instrumento de afirmação nacional" e como "pilar insubstituível da nação", fazendo referência ao "apoio do Estado para que se encontrem sempre em condições de [os militares] cumprirem as suas missões, com prestígio, respeito e eficácia inquestionáveis".

A cerimónia militar, presidida pelo Presidente da República, contou com a presença de, entre outros, o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, e o chefe do Estado-Maior do Exército, Rovisco Duarte.

Na cerimónia que decorreu ao lado do Parque Verde, estiveram envolvidos 473 militares, 15 viaturas blindadas de rodas Pandur II, um chaparral do grupo de artilharia antiaérea, uma máquina de engenharia e dois Obus 155mm (artilharia).

Com Lusa

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