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Pedrógão e Tancos fragilizaram Governo

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Pedrógão e Tancos fragilizaram Governo

É a opinião de mais de metade dos portugueses, revelada no estudo da Eurosondagem para a SIC e o Expresso. O Executivo ficou fragilizado na sequência do incêndio de Pedrógão Grande e do roubo de material militar em Tancos. 

As últimas semanas foram o momento mais difícil para o Governo desde que entrou em funções. Quem o admitiu recentemente foi o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares. Mas a avaliar pelos resultados do estudo feito pela Eurosondagem, o pior não foi assim tão mau.

Questionados sobre se a ministra da Administração Interna se devia ter demitido, 49,7% dos portugueses responde que não.

A mesma tendência verifica-se noutro caso: 43% dos inquiridos diz que o ministro da Defesa também não devia sair do Governo - isto, apesar de um quinto das pessoas ter optado pelo "não sei ou não respondo".

Apesar das primeiras respostas darem aparentemente motivos para sorrir a António Costa, o mesmo não se aplica a todas, já que a maioria - 55,2% - considera que o Governo saiu fragilizado na sequência dos incêndios e do roubo de material militar.

Talvez seja por isso que 52,4% dizem que o Governo devia ser remodelado. Uma resposta dada ainda antes de o primeiro-ministro ter mexido em várias Secretarias de Estado. Foram alterações feitas a seguir a umas férias que para 44,8% dos portugueses não deviam ter sido interrompidas, mas 40,5% acha o contrário e diz que António Costa devia ter retomado a chefia do Governo.

As instituições do Estado envolvidas no incêndio de Pedrógão Grande e no furto de Tancos continuam a ter a mesma confiança de 56,5% dos portugueses.

O estudo da Eurosondagem para a SIC e jornal Expresso foi realizado nos dias 10,11 e 12 de julho. O erro máximo da amostra é de 3,1%.

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