sicnot

Perfil

CAPA_SITE_02.jpg

Cartaz

SEGUNDA A SEXTA 16:25

Cartaz

As atribulações de uma cantora de ópera

cartaz cinema

As atribulações de uma cantora de ópera

Catherine Frot é a notável intérprete principal de “Marguerite”, história de uma cantora de ópera que não sabe... cantar! João Lopes comenta as novidades da semana, destacando também os lançamentos em DVD de “Taxi” e “Um Ano Muito Violento”.

“Marguerite” baseia-se no caso verídico de uma dama da alta sociedade, na década de 1920, que canta ópera com uma dedicação que só tem um pequeno problema: é que ela é péssima a cantar... Catherine Frot interpreta as atribulações de uma personagem que o realizador Xavier Giannoli encena com um misto de crueza e ternura.

Os vampiros regressam ao cinema, agora num registo assumidamente paródico, proveniente da Nova Zelândia: “O Que Fazemos nas Sombras”, de Jemaine Clement e Taika Waititi, imagina o que seria uma equipa documental a registar a vida íntima de um grupo de simpáticos vampiros...

Distinguido com o Urso de Ouro do Festival de Berlim, “Taxi” é mais um filme com que o iraniano Jafar Panahi responde à interdição de trabalhar decidida pelas autoridades do seu país: um retrato do dia a dia de um motorista de taxi (interpretado pelo próprio Panahi) que funciona como um fresco sobre a diversidade interior da sociedade do Irão — acaba de sair em DVD.

Também em DVD, já pode ser visto ou revisto um dos grandes títulos americanos de 2014: “Um Ano Muito Violento”, de J. C. Chandor, retrata as convulsões que abalaram Nova Iorque, em 1981, a partir de conflitos entre diversas empresas de distribuição de gaz — com Oscar Isaac e Jessica Chastain nos papéis principais.

* Banda sonora: “Titanic” (1997), de James Cameron

> “Danúbio Azul”, I Salonisti

  • Atacantes de Barcelona "não estão a caminho da nossa fronteira"
    7:00

    Ataque em Barcelona

    O diretor da Unidade Nacional de Contraterrorismo da Polícia Judiciária esteve esta sexta-feira no Jornal da Noite para falar sobre o duplo atentado em Espanha. Luís Neves diz que o nível de ameaça em Portugal, perante os ataques, não foi alterado porque "não se detectou que tenha existido informação que possa colocar o nosso território em perigo".