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A SIC na E3, a maior feira da indústria de vídeojogos

Enviados SIC

Mike Blake

Lourenço Medeiros

Lourenço Medeiros

Editor de Novas Tecnologias

Começou mais uma vez a grande festa dos jogos em Los Angeles. A E3 é claramente a maior feira da indústria dos videojogos e é tradicionalmente uma feira só para profissionais. À entrada grandes cartazes avisam que é rigorosamente proibida a entrada a menores de 17 anos. Este ano decidiram convidar os jogadores, ou seja, para fazer mais dinheiro a organização decidiu vender 15 mil bilhetes ao público. E nota-se.

É mesmo muito difícil andar dentro do Centro de Congressos de Los Angeles, como se verá nas imagens que vamos levar para Portugal para o Futuro Hoje. Não vou aqui enumerar listas e listas das centenas de jogos que estão a ser mostrados. Quem segue a sério o mundo dos vídeojogos, já viu os filmes-anúncio e eventualmente até os vídeos com jogo mesmo jogado no YouTube ou no o Facebook. Se quiser ver já imagens espetaculares basta procurar por E3 2107 ou pelo nome dos principais lançamentos.

Antes mesmo da abertura da feira aconteceram as habituais grandeza apresentações das grandes marcas e editoras. Como não é humanamente possível estar em todas este ano conseguimos ver a da Xbox, logo no domingo dia 11, e a da Playstation, no dia seguinte.

Da Xbox, o que há para contar é obviamente que tem uma consola nova. Anunciou com muita (há quem diga que demasiada) antecedência o seu projecto Scorpio e deixou sair muitos detalhes e uma boa dose de especulação. Tanta especulação que alguns dos presentes ficaram um pouco desiludidos por não terem avançado mais nalgumas áreas como a realidade virtual que ficou completamente de fora por enquanto. A Microsoft tem o seu projecto Holenses um sistema de realidade aumentada capaz de misturar a realidade com o virtual e que um dia talvez venha a permitir andar aos tiros a monstros no cenário da nossa própria casa, mas isto são protótipos experimentais que obviamente a marca não mistura com os seus produtos comerciais de entretenimento.

Lançou então o produto comercial que sai do projecto Scorpio e o produto fica com o nome Xbox One X, ou seja é claramente a continuação, a evolução natural da Xbox One actual, por muito que digam que é a consola mais potente do mercado. Até pode ser que seja mas como acontece sempre com um consola nova terá poucos jogos quando sair lá para Novembro e vai custar 500 euros, consideravelmente mais que qualquer uma das concorrentes.

Também porque já sabia deste lançamento da Xbox, a Playstation da Sony antecipou-se e no ano passado lançou 3 máquinas algo provavelmente inéditos no mundo dos jogos de consola. Por isso o seu grandes evento deste ano foi… uma longa apresentação de vídeos. E que vídeos, alguns jogos até podem estar atrasados mas começamos a ver nitidamente as vantagens das novas máquinas, e quando digo nitidamente a palavra é bem escolhida, o próximo Uncharted ou o homem-aranha parecem quase demasiado reais. O Call of Duty que vai voltar à segunda guerra mundial parece tão realista que fiquei a pensar se vou querer jogar. Há uns cinco jogos para o sistema da realidade virtual que a PlayStation pôs à venda no ano passado e novidades nos jogos em rede mas isso só vou ver com mais atenção amanhã.

Esta terça-feira, o dia terminou com um visita ao stand da Nintendo. É como todos os anos um espaço muito cuidado. A cada edição muda completamente, no ano passado todo o cenário era em volta da Lenda de Zelda, este ano para ser completamente diferente é sobre Super Mário Odissey. Em comum estes dois jogos têm o facto de usarem enormes cenários abertos, mundos muito trabalhados que parecem não terminar. Para Portugal, registei em especial o FIFA 2018, o futebol volta em força à Nintendo, neste caso à Switch, com a característica nova de podermos estar a jogar FIFA na TV e pegar na Switch para continuar o jogo onde quisermos, no seu ecrã portátil.

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