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Sociedade das Nações

As aspirações euroatlânticas da Geórgia

A guerra no sudeste da Ucrânia começou há um ano, e as relações entre a Rússia e o resto do mundo nunca mais voltaram a ser as mesmas. Os defensores da posição de Moscovo dizem que o Kremlin se sente ameaçado pelo alargamento da NATO e da União Europeia para leste.Os que querem fazer parte desse alargamento têm obviamente outra opinião.

É o caso da Geórgia, que celebrou um pacto com a Ucrânia e a Moldova, para uma posição comum na parceria oriental. Esta é o projeto de criação de membros associados da União Europeia no Cáucaso. Os seis candidatos, da Bielorrússia ao Azerbaijão, passando pela Arménia, são todos ex-repúblicas da URSS, e alguns bons aliados de Moscovo. A decisão de continuar o processo vai ser tomada na próxima Cimeira de Riga

Esta semana no Sociedade das Nações, Gigi Gigiadze, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Geórgia, discute as expectativas do seu país em relação à cimeira de Riga. A atual situação nas regiões separatistas da Ossétia do Sul e Abecásia, as relações entre a Geórgia e a Rússia e o diálogo de Tbilisi com a NATO e a União Europeia são os principais temas em destaque. 
  • Aeroporto Cristiano Ronaldo? Nem todos os madeirenses estão de acordo
    2:21
  • Fatura da água a dobrar
    2:26

    Economia

    Desde o início do ano que a população de Celorico de Basto está a receber duas faturas da água para pagar. Tanto a Câmara como a Águas do Norte reclamam o direito a cobrar pelo serviço. Contactada pela SIC, a Entidade Reguladora esclarece que o município não pode emitir faturas e tem de devolver o dinheiro.

  • Vala comum com 6 mil corpos em Mossul
    1:43

    Daesh

    Há suspeitas de que o Daesh tenha criado uma vala comum com cerca de seis mil corpos a sul de Mossul, no Iraque. A área em redor estará minada. A revelação é de uma equipa de reportagem da televisão britânica Sky News.

  • A menina que os pais queriam chamar "Allah"

    Mundo

    ZalyKha Graceful Lorraina Allah tem 22 meses, anda não sabe ler nem escrever mas já está no centro de um processo judicial contra o Estado da Georgia, nos EUA. Os pais, Elizabeth Handy e Bilal Walk, apoiados por uma ONG, exigem na justiça que o nome seja reconhecido na certidão de nascimento para que a criança possa ser inscrita na escola, na segurança social ou nos registos e notoriado. O casal já tem um filho de 3 anos que se chama Masterful Mosirah Aly Allah.